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Na companhia de Fernando Pessoa

Lançamento do livro “Em Pessoa” será no dia 23/11, às 19h, no Café Objeto Encontrado (CLN 102 – Bloco B – Loja 56), Brasília.

Com esta coletânea, “Em Pessoa”, os organizadores pretenderam comemorar Fernando Pessoa, “não para o deglutir ou neutralizar, mas para experimentar outros espantos diante de textos que desassossegam sempre mais”.

Os ensaios desta obra, organizados pelos professores Sandra Ferreira (Unesp-Assis) e Edvaldo A. Bergamo (UnB) foram produzidos a partir da comemoração “Pessoa convida pessoas nos oitenta anos de Mensagem”, no III Simpósio Internacional de Estudos de Literaturas de Língua Portuguesa, ocorrido em 2014, na UnB.

As cinco seções do livro foram estruturadas sob a divisa de um verso emprestado a Mensagem, principal obra de Fernando Pessoa.

Assim, na seção “Tudo é disperso, nada é inteiro”, escrevem Maria Helena Nery Garcez (USP), e Jerônimo Pizarro(Universidad de los Andes/Colômbia).

Em “É o que me sonhei que eterno dura”, são autores Luis Maffei (UFF), Onésimo Teotónio Almeida (Brown University/EUA) e Jorge Fernandes da Silveira (UFRJ/CNPq).

Na terceira seção, “E ergue-te do fundo de não seres”, escrevem Paulo de Medeiros (University of Warwick/Reino Unido), Lilan Jacoto (USP) e Augusto Rodrigues da Silva Junior (UnB).

A seção “É esse que regressarei" contempla os autores Ida Alves (UFF/CNPq), Natália Rocha Marques (UnB) e Edvaldo A. Bergamo (UnB).

Na quinta seção intitulada “Que auréola te cerca?” escrevem Nicolás Barbosa López (Universidad de los \andes/Colômbia), Ana Clara Magalhães de Medeiros (UnB), Fernando de Moraes Gebra (UFFS) e Hermenegildo Bastos (UnB).

Criado em 2018-11-14 13:56:30

Mulheres na Coleção do MAR

Exposição Mulheres na Coleção do MAR, acervo do Museu de Artes do Rio (MAR), terá abertura dia 16 de novembro, às 16h. Temporada até abril de 2019. Entrada gratuita.

O MAR, em parceria com o Festival Mulheres do Mundo (Women of de World), apresenta obras de mais de 150 artistas brasileiras e estrangeiras, que integram o acervo.

O público terá acesso a obras de Tarsila do Amaral (foto), Tomie Ohtake, Beatriz Milhazes, Güler Ates, Marie Nivouliès de Pierrefort, Abigail de Andrade, Louise Bourgeois, Neide Sá, Jenny Holzer, Leila Danziger, Vânia Mignone e Célia Euvaldo.

Pela primeira vez na história do MAR, a curadoria foi realizada a partir de um processo colaborativo que envolveu cerca de 30 mulheres de todos os setores do museu, entre seguranças, recepcionistas, produtoras, auxiliares administrativas e de serviços gerais, advogadas, jornalistas, designers, museólogas e gestoras.

Em uma série de encontros realizados ao longo de dois meses, sob a orientação da equipe de conteúdo, as funcionárias trocaram experiências de vida e de trabalho, conversaram sobre o universo feminino e a respeito das múltiplas representações da mulher na arte, nos espaços culturais, na família e na sociedade.

O grupo também foi apresentado ao conceito da exposição e a uma série de obras de artistas mulheres presentes na Coleção MAR. E experimentou exercícios de curadoria, selecionando trabalhos de acordo com os desejos e conceitos mapeados nos encontros e norteando a curadoria da exposição. 

“Mulheres na Coleção MAR” está dividida em seis núcleos significativos: Retrato/Representação, Corpo Político, Geografias Transversais, Cidade e Paisagem, Abstração e Poéticas.

"Quando surgiu a ideia da exposição, pensei que não poderíamos perder a oportunidade de engajar as funcionárias do MAR em um processo curatorial colaborativo, mais horizontal, de escuta recíproca em torno das questões do que é ser mulher e do que é fazer uma mostra de artistas mulheres. A diretoria acatou a sugestão e então nos debruçamos juntas sobre as obras da coleção, trocamos experiências e saberes, dividimos preocupações. O MAR segue vivo e pulsante na mão dessas mulheres, quebrando paradigmas e inventando novos modos de fazer curadoria", explica Amanda Bonan, coordenadora de Conteúdo do MAR, antecipando que um vídeo sobre o processo, com imagens dos encontros e depoimentos das funcionárias, será exibido na exposição.

Segundo a diretora executiva do museu, Eleonora Santa Rosa, esta exposição se reveste de alguns significados especiais: “O primeiro deles é fazer parte da programação extraordinária do Festival de Mulheres, com toda a potência que terá esse evento. Em segundo lugar, o que essa experiência proporcionou ao corpo funcional feminino do MAR. Foi muito importante, porque o museu experimentou pela primeira vez monta uma exposição realmente de base, discutindo com quem às vezes não tem nada a ver com o trabalho curatorial como se realiza uma exposição. Ao mesmo tempo esses laboratórios de criação curatorial também abriram uma dimensão extraordinária de depoimentos pessoais. Então exposição está sendo amalgamada não só por um corte profissional, frio, “curatorial”, mas faz parte de um caldo muito maior, envolvendo uma percepção desse acervo, um outro olhar sobre a montagem desse acervo num determinado espaço e, mais do que isso, o cinturão em torno dessa exposição do ponto de vista de reflexão pessoal, de reflexão de histórias individuais, de narrativas dessas histórias e de como isso pode estar projetado nessa mostra"

Serviço:

Exposição Mulheres na Coleção do MAR

Endereço: Praça Mauá, 5 – Centro.

Data: 16/11 a abril de 2019.

Horários, ingressos e gratuidades no site do museu: https://www.museudeartedorio.org.br/

Criado em 2018-11-12 16:33:26

6º BIFF anuncia os selecionados de 2018

O Brasília Internacional Film Festival (BIFF) divulgou os nomes dos 16 filmes produzidos em quatro continentes e que vão participar das mostras competitivas de ficção e documentários. De 9 a 18 de novembro de 2018, no Cine Brasília, Cine Cultura Liberty Mall e SESC Ceilândia.

Maior festival internacional da região central do Brasil, o BIFF – Brasília International Film Festival chega à sua sexta edição com uma programação bastante representativa. Serão duas mostras competitivas - de ficção e documentário -, duas mostras paralelas - Mundo Animado e Mostra Sam Peckinpah -, além de três pré-estreias. O festival anunciar os 16 selecionados dentre os mais de 400 filmes inscritos.

Os filmes que irão participar das duas mostras competitivas foram produzidos na Alemanha/México, Brasil, Eslovênia, França, China, Coreia do Sul, Dinamarca, Suécia, Itália, Nigéria, Peru, Argentina, Espanha, Vietnã, Polônia e Colômbia. São títulos finalizados entre 2017 e 2018 e, de acordo com o perfil do festival, compõem até o terceiro filme de cada diretor. A comissão de seleção foi composta por Sérgio Moriconi, Erika Bauer, Anna Karina de Carvalho, Rafaella Rezende e Rodrigo Fonseca.

Os longas-metragens que concorrem na Mostra de Ficção disputam os prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial (R$ 20 mil) e do Júri Popular (R$ 5 mil). Os filmes de documentário também concorrem aos prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial (R$ 10 mil) e do Júri Popular (R$ 5 mil). E as duas categorias competem pelo Troféu da Crítica José Carlos Avellar.

O 6º BIFF é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e tem direção geral de Nilson Rodrigues.

Filmes selecionados: Mostra competitiva ficção

LUZ NA ESCURIDÃO / LIGHT IN THE DARK

Nigéria, 2018, Ekene Som Mekwunye, 105min, Ficção/Drama

Sinopse: Emeka e Jumoke são casados há 11 anos e têm uma filha de 10 anos que amam muito. Jumoke tem se esforçado muito para ter um filho homem e apaziguar a família de Emeka. Uma noite a família é atacada por uma gangue e o líder faz Emeka decidir quem seria estuprada, sua esposa ou filha. Após o incidente, a vida da família então se transforma. 

A TERCEIRA MULHER / THE THIRD WIFE

Vietnã, 2018, Ahs Mayfair, 94min, Ficção/Drama

Sinopse:

No Vietnã rural do século 19, May, de 14 anos, torna-se a terceira esposa do rico proprietário de terras Hung. Logo ela aprende que só pode ganhar status afirmando-se como uma mulher que pode dar à luz um filho do sexo masculino. Diante do amor proibido e suas consequências devastadoras, May finalmente chega a um entendimento da verdade brutal: as opções disponíveis para ela são poucas e distantes entre si.

FUGA / FUGUE

Polônia/República Checa/Suíça, 2018, Agnieszka Smoczyńska, 100min, Ficção/Drama

Sinopse: Alícia não possui memórias de seu passado, mas logrou construir uma nova vida e identidade. Quando sua família a encontra, ela não deseja retomar sua vida antiga, até que fragmentos de memória começam a emergir. Gradualmente, suas identidades nova e antiga fundem-se, permitindo uma desconfortável autodescoberta.

PÁSSAROS SUBURBANOS / SUBURBAN BIRDS

China, 2018, QIU Sheng, 78min, Ficção/Drama

Sinopse: Um fenômeno geológico ocorre em uma área suburbana e uma equipe de engenheiros, incluindo Hao, é enviada para investigar a causa. Depois de dias vagando pelo subúrbio vazio à procura de respostas, Hao entra em uma escola primária onde ele encontra um diário narrando a história de um menino e a separação do que parece ser um grupo íntimo. Conforme a investigação continua, Hao descobre que este diário pode conter profecias sobre sua própria vida.

VÍRUS TROPICAL / VIRUS TROPICAL

Colômbia, 2017, Santiago Caicedo, 97min, Ficção/Drama

Sinopse: Nascida em uma família pouco convencional, Paola cresce entre o Equador e a Colômbia e se vê incapaz de se enquadrar em qualquer padrão. Com uma singular visão feminina de mundo, ela terá de lutar contra preconceitos para alcançar sua independência, enquanto seu universo é atingido por uma série de crises. 

JÚLIA E A RAPOSA / JULIA Y EL ZORRO

Argentina, 2017, Maria Barrionuevo, 105min, FIcção/Drama

Sinopse: Uma ex-atriz vive o luto pela morte de seu marido e, junto de sua filha e de um amigo, irá descobrir novos formatos de família.

CULPA / DEN SKYLDIGE

Dinamarca, 2018, Gustav Möller, 88min, Ficção/Drama

Sinopse: Asger Holm (Jakob Cedergren) trabalha despachando alarmes de emergência. Ele recebe a ligação de uma mulher sequestrada e, depois de uma desconexão repentina no sistema, as buscas pela mulher e seus sequestrados começam. Armado apenas de um telefone, Asger luta contra o tempo para solucionar o crime, que é maior do que imaginava.

CORAÇÃO / HJÄRTAT

SUÉCIA, 2017, Fanni Matelius, 100min, Ficção/Drama

Sinopse: “Se você me ama, porque não transa comigo?”. Ela, uma fotógrafa, ele, um músico. Entre idas e vindas, um primeiro amor.  O filme combate preconceitos e enfatiza o que realmente é importante na relação amorosa.

Mostra competitiva documentário

NADA RESTA ALÉM DE NOSSA TERNURA / NADA QUEDA PERO NUESTRA TERNURA

Peru, 2017, Sébastien Jallade, 69min, Documentário

Sinopse: Uma ponte esquecida, uma casa em ruínas, uma melodia a ser relembrada: para muitos, o conflito armado no Peru no final do século 20 mudou o país. O território andino se tornou um espelho que reflete uma memória fragmentada que é difícil de conciliar. Nada resta, salvo nossa ternura que acompanha homens e mulheres, e que confronta os rastros deixados ao longo do caminho.

CARTAS A INGER / LETTRE A INGER

França, 2018, Maria Lucia Castrillon, 76min, Documentário

Sinopse - Entre trechos de filmes, cartas dirigidas a Chris Marker e depoimentos de seus companheiros de viagem, este documentário traça a carreira de Inger Servolin, uma das primeiras produtoras de documentários femininos na França. Em 1968, fundou a cooperativa Slon, que se tornou a Iskra em 1973, uma das raras casas de produção da época ainda existente.

LA MANUELA

Brasil, 2017, Clara Linhart, 84min, Documentário

Sinopse: Em agosto de 2015, Manuela Picq Lavinas, jornalista e professora universitária franco-brasileira, foi presa numa manifestação em Quito, no Equador. Na mesma noite, revogaram seu visto de trabalho. Uma semana depois, ela deixava o país onde tinha vivido por 10 anos, deixando para trás sua casa, seu trabalho e sua história de amor.

OS ÚLTIMOS CAÇADORES DO GELO / THE LAST ICE HUNTERS

Eslovênia, 2017, Jure Breceljnik, Rožle Bregar, 71min, Documentário

Sinopse: No lugar menos povoado do planeta, onde as habilidades de caça ainda são fundamentais para a sobrevivência, a comunidade Inuit da Groelândia Oriental vive uma profunda queda em sua economia local devido à proibição da caça às focas pela União Europeia.

HISTÓRIAS À MEIA LUZ / STORIE DEL DORMIVEGLIA

Itália, 2018, Luca Magi, 69min, Documentário

Sinopse: Rostom é um abrigo noturno para moradores de rua localizado nos arredores de uma grande cidade italiana. Na escuridão da noite, os rostos das pessoas são iluminados pela chama dos cigarros e suas vozes podem ser ouvidas. Homens e mulheres com passados difíceis são exilados para uma vida presente de eterna espera.

VILA SOSEONGRI / 소성리

Coreia do Sul, 2017, Park Baeil, 87min, Documentário

Sinopse: Idosos da aldeia rural coreana Soseongri acham que a decisão do governo de construir um sistema antimísseis próximo a eles seria outra experiência destruidora da vida humana.

O MELHOR QUE VOCÊ PODE FAZER COM SUA VIDA/THE BEST THING YOU CAN DO WITH YOUR LIFE

Alemanha/México, 2018, Zita Erffa, 93min, Documentário

Sinopse: Quando meu irmão se juntou aos Legionários de Cristo depois de terminar a escola, ele desapareceu de nossas vidas. Nós só podemos visitá-lo uma vez por ano. Por que meu irmão os escolheu para ser sua nova família? Oito anos se passaram até que eu o visitei em seu mosteiro em Connecticut. Eu vejo como eles vivem - como eles rezam, comem, rezam, vão à aula, rezam.

O SILÊNCIO DOS OUTROS / THE SILENCE OF OTHERS

Espanha, 2018, Almudena Carracedo E Robert Bahar, 96min, Documentário

Sinopse: O documentário revela a luta urgente e permanente das vítimas da ditadura de 40 anos da Espanha sob o general Franco, que continuam a buscar justiça até hoje. Filmado ao longo de seis anos, o filme acompanha vítimas e sobreviventes em um país ainda dividido em quatro décadas de democracia.

Criado em 2018-09-22 01:16:27

Documentário “3 Refeições” é censurado no 51º Festival de Cinema de Brasília

A Comissão de Seleção do 23º Troféu Câmara Legislativa (Mostra Brasília), do 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, excluiu o filme “3 Refeições”, da diretora Maria Maia, afirmando que “era um filme político”. A única a votar contra “essa censura” foi Kakau Teixeira.

A notícia circula como uma bomba nas redes sociais acompanhada de um chamado à manifestação, “um grito de revolta”, contra “esses que estão matando a liberdade de expressão no país”.

Maria Maia divulgou nota oficial denunciando a censura praticada pela Comissão nomeada pela Câmara Legislativa.

“A Comissão de Seleção da Mostra Brasília da Câmara Legislativa do DF excluiu do Festival de Brasília o filme “3 Refeições”. Longa-metragem sobre dois personagens, Antônio Conselheiro e Lula, tendo como enredo a fome histórica que Lula mostrou ser possível acabar. O argumento obtuso usado pela Comissão censora foi de que o “3 Refeições” é um filme político, como se essa atitude censora não fosse também política, da pior política, da política fascista. É terrível que a censura que se impôs nos meios de comunicação do país, mídia golpista, pelo golpe de 2016 a toda realidade brasileira tenha chegado ao glorioso Festival de Brasília, que tem uma tradição de luta contra a censura e o arbítrio. Abaixo a censura!”, afirmou Maria Maia.

Essa atitude da Comissão da CLDF, à exceção do voto de Kakau Teixeira, é lamentável e merece todo o repúdio possível. Aliás, a CLDF não tem passado digno capaz de a ajudar a apresentar como Casa Legislativa democrática e defensora da liberdade de expressão.

A propósito da polêmica desencadeada pela retirada do filme “3 Refeições” do certame Troféu CLDF, Kakau Teixeira disse, no Facebook, que “é equivocado dizer que a Comissão cometeu censura. Se o filme tivesse sido selecionado e a exibição proibida aí sim o argumento censura caberia. Elegante como é, Maria Maia sabe que houve escolha. Não houve censura”.

Os premiados do 23º Troféu CLDF, o longa-metragem e os curtas, serão conhecidos dia 23 de setembro.

Para que todos conheçam os nomes que compõem essa vergonhosa Comissão, seguem os nomes e seus breves currículos:

Adriano de Angelis - Jornalista, coordenador do Núcleo Audiovisual Ação da Cidadania e do projeto Laboratório Audiovisual Ação da Cidadania, que atua com formação profissional e aceleração de projetos de realizadores audiovisuais de periferias.

Diana Svintiskas - Jornalista, com especialização em Cinema Documentário Criativo, em Buenos Aires (Argentina), e mestrado em Estudos de Cine e Audiovisual Contemporâneos, em Barcelona (Espanha), é diretora e roteirista de vídeos institucionais, educativos, séries de TV e documentários. Com mais de 15 anos de atuação, dirigiu e coordenou séries como "Tradições Brasil", para o Ministério do Turismo, e "Taxista Empreendedor", para o Sebrae, com exibição na TV Brasil.

Núbia Santana - Nasceu no sertão do Pajeú pernambucano, é graduada em Artes Cênicas e trabalhou como atriz e diretora de teatro. Adaptou peças de Tennessee Williams, Frederico Garcia Lorca e Ariano Suassuna. É diretora de cinema desde 2002, iniciando com o curta-metragem "Alastrado". Em 2005, dirigiu e roteirizou o curta "Degraus", exibido na Mostra Internacional de São Paulo e no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Em 2008, dirigiu e roteirizou, com a colaboração de Di Moretti, o longa documentário "Pra Ficar de Boa", que estreou na Mostra Brasília do 41º Festival de Brasília e participou da 11ª Mostra de Cinema de Paris.

Péterson Paim - Graduado em Cinema e em Química, mestre e especialista em Vídeos Educativos pela UnB, diretor e roteirista da produtora Paim Filmes, produziu, escreveu, editou, fotografou e dirigiu quatro longas-metragens e cerca de 40 curtas e médias-metragens de vários gêneros. Foi premiado com o Troféu Câmara Legislativa do DF, em 2013, pelo longa "Cidadão Brazza". Ganhou outros prêmios na Inglaterra e nos Estados Unidos pelo curta-metragem "O dom de Quixote".

Kakau Teixeira - Jornalista e radialista, é graduada também em Artes e especialista em Teatro, pela Fundação Brasileira de Teatro - Faculdade Dulcina de Moraes. Atua na cobertura jornalística da área cultural há mais de 25 anos. Foi repórter, editora e apresentadora da Rádio Cultura (Brasília), produtora cultural e assessora de imprensa de eventos artísticos e culturais, entre eles, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Cine Ceará, Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental de Goiás. Integrou a equipe de programação do Cine Brasília até setembro de 2017, quando aposentou-se da Secretaria de Cultura do Distrito Federal.

Criado em 2018-09-16 22:08:40

Exposição e música em comemoração aos três anos do MAR

“Arte Democracia Utopia – Quem não luta tá morto” - este é o nome da exposição que será aberta neste sábado, 15 de setembro, das 16h às 21h, no Museu de Arte do Rio (MAR), que fica na Praça Mauá, Centro. A mostra é assinada por Moacir dos Anjos, um dos mais importantes curadores do país, e faz parte da comemoração dos cinco anos da inauguração do museu. Entrada gratuita.

Moacir dos Anjos, que tem passagens pelas Bienais de São Paulo e de Veneza, explica que a frase “quem não luta tá morto” é gritada por muitas e muitos dos que “teimam em construir, em estado de constante disputa, lugares e tempos mais generosos e inclusivos”.

Segundo o curador, essa “é uma frase dita bem alto, em particular, por aquelas e aqueles que buscam fazer valer, no Brasil, o direito constitucional à terra e à moradia. Frase que sintetiza a certeza vital que move a construção utópica: a impossibilidade de estancar a busca do que se deseja e do que se precisa. Mas se a única alternativa à morte é a luta, é dolorosamente claro que a luta não impede a suspensão da vida, que quem luta também morre – com frequência justo por sua combatividade, por sua gana de inventar um mundo mais largo. Gente que é morta por querer impedir as mortes lentas que a existência precária fabrica, espelho das desigualdades abissais que fundam e estruturam o país. As mortes de quem luta se transformam, por isso, em imperativo ético de resistência para quem fica; de fazer valer, a despeito de tudo, o valor da vida”.

E acrescenta Moacir dos Anjos: “Se o assassinato de Marielle Franco é tentativa bárbara de sustar a potência da vida imaginada que a movia, o surgimento de mais e mais pessoas dispostas a publicamente sustentar e assumir, para si, as lutas pelas quais ela foi morta, é a tradução concreta da expressão Marielle Vive. Adotar aquela palavra de ordem como título da exposição é, portanto, querer estar junto, é querer fazer multidão. É lembrar que, enquanto houver desigualdades de acesso à condição de vida que para alguns já existe há muito, a história não tem fim".

Sem ter pretensão de apresentar um panorama conclusivo, a mostra traz exemplos do pensamento utópico que marca a arte brasileira recente. Trabalhos artísticos realizados em momentos passados também estarão presentes, além de propostas e ações realizadas por grupos comunitários, associações e outras articulações da sociedade civil que visam à construção de estruturas de atuação política e social.

A exposição terá sete trabalhos comissionados, como o de Virginia de Medeiros, que dá nome à mostra. Os coletivos Amò e #cóleraalegria, assim como Graziela Kunsch, Raphael Escobar, Traplev e Jota Mombaça completam o time de artistas que criaram trabalhos para a essa mostra.

Nomes consagrados, como Anna Maria Maiolino, Claudia Andujar, Paulo Bruscky e Cildo Meireles também participam.

As atividades não ficarão restritas às galerias do museu. Para colocar em prática o projeto de expandir o diálogo, os arquitetos do Estúdio Chão criaram o projeto Transborda, que ocupará os pilotis com estruturas lúdicas e arquibancadas onde acontecerão encontros, debates e atividades da Escola do Olhar.

O evento de abertura contará com shows, performances, intervenções artísticas, entre outras atividades culturais.

Confira a programação completa:

Apresentação: VJ Lê Pantoja

16h - 21h - Feira com Refugiados (Mawon)

16h - 17h30 - DJ Tata Ogan

17h30 - 17h50 - Mawon convida Rebel Layonn (Haiti), Bob Selassie (Haiti) e Papa Babouseck (Senegal)

17h30 – 18h10 - Intervenção Passinho - Poesia dos Pés (Pavilhão)

17h50 – 17h55 - Poetas Favelados

17h55 – 18h10 - Dj Seduty (Funk)

18h10 – 18h30 - Intervenção Passinho - Poesia dos Pés (Pilotis)

18h30 – 18h40 - DJ Tata Ogan

18h40 – 19h10 - Bia Ferreira e Doralyce

19h10 – 19h15 - Poetas Favelados

19h15 – 19h35 - DJ Tata Ogan

19h35 – 19h50 - Tipoema: Movimento 5 (Claudio Santos, Fabiano Fonseca e Sérgio Mendes)

19h50 – 20h - “e para que poetas em tempo de pobreza?” 2018 (Carlos Adriano)

20h – 21h - (Pocket Show) Jards Macalé.

 

Criado em 2018-09-13 23:57:59

Uma boa hora para conhecer Luiz Gama, patrono da abolição

Romário Schettino -

Peça dirigida por Ricardo Torres, com Deo Garcez e Soraia Arnoni, em temporada até o dia 27 de setembro, sempre às quartas e quintas-feiras, às 19h, no Teatro Glauce Rocha (Av. Rio Branco, 179, Centro, Rio de Janeiro). Ingressos na bilheteria do teatro (21-2220-0259).

Essa é uma excelente oportunidade para se conhecer um pouco mais da história do Herói Nacional e Patrono da Abolição da Escravidão no Brasil: Luiz Gonzaga Pinto da Gama, ou Luiz Gama, nascido em Salvador (21/6/1830), e falecido em São Paulo (24/8/1882). Os títulos honoríficos foram concedidos em 2015, por iniciativa do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP).

O Brasil vive um momento de sua história em que a intolerância crescente põe em risco a vida em sociedade. É preciso refletir sobre o aumento da violência contra as mulheres, o racismo e o ódio às manifestações artísticas. Ir ao teatro pode nos ajudar a pensar de onde vem tudo isso e como fazer para impedir o avanço do atraso.

Luiz Gama – jornalista, orador, poeta, escritor e advogado –, foi a grande voz negra em defesa da abolição da escravidão no Brasil. Como advogado autodidata, profundo conhecedor das leis, conquistou judicialmente a própria liberdade. A partir dessa experiência, passou a atuar nos tribunais em prol dos escravos, sendo, aos 29 anos, autor consagrado e considerado "o maior abolicionista do Brasil". Mais de 500 escravos foram libertados por ele, que não poupava duras críticas aos juízes da época por não respeitarem os direitos previstos na lei do ventre livre e na lei que pôs fim ao tráfico negreiro.

Ativista da causa republicana, Luiz Gama (ilustração abaixo) morreu sete anos antes do golpe que derrubou a monarquia brasileira. Seus escritos e discursos sempre denunciaram a violência social e o racismo.

 

A peça em cartaz, dirigida pelo experiente Ricardo Torres, conduz a plateia à vigorosa biografia de um herói nacional que ainda precisa ser conhecido pelos brasileiros. As escolas poderiam levar seus alunos ao teatro, ou o teatro poderia ser levado às escolas, fica a sugestão. O cenário é mínimo, duas cadeiras e uma mesinha, e o excelente elenco, Deo Garcez e Soraia Anoni, cumpre muito bem o papel de contadores de história emotivos e convincentes.

A estreia dessa temporada no Teatro Glauce Rocha contou com a presença da escritora negra Conceição Evaristo, que disputou vaga na Academia Brasileira de Letras (ABL) e perdeu para o cineasta Cacá Diegues. Ela considerou importante a iniciativa de tornar pública a história de personagem tão significativo e fundamental para a cultura negra brasileira.

Criado em 2018-09-06 05:42:34

200 anos de História pegam fogo no Brasil

A tragédia foi transmitida ontem (2/9) ao vivo pela TV. O incêndio destruiu o Museu Nacional do Rio de Janeiro e levou junto, além do prédio histórico que foi residência da família imperial, um acervo de 20 milhões de itens e trabalhos científicos importantes. O Museu era o maior da América Latina e um dos cinco maiores do mundo.

Autoridades que sonegaram recursos em nome do ajuste fiscal estão lamentando a perda inestimável de parte da história do povo brasileiro. Nas redes sociais, pesquisadores, alunos e professores brasileiros compartilham seus depoimentos, lamentando o ocorrido e creditando a tragédia ao corte de custos vivido nos últimos anos.

O Ministro da Cultura, Rodrigo Sá Leitão, teve a coragem de dizer à imprensa que o ocorrido é parte do "processo de negligência de anos anteriores", como se isso o isentasse da responsabilidade, sua e do governo para o qual trabalha.

O Museu Nacional, localizado na Quinta da Boa Vista, zona norte do Rio de Janeiro, foi criado por D. João VI e completou 200 anos em 2018. O edifício é tombado pelo patrimônio histórico e foi residência da família Real e Imperial brasileira. Sua estrutura é de madeira, o que permite que as chamas se espalhem com mais facilidade. O prédio também sofria com a falta de manutenção.

Em fevereiro deste ano, Alexander Kellner, diretor do museu, reclamou da falta de verba para a manutenção, "mas esses recursos alocados por meio de emendas parlamentares nunca chegaram, eram sistematicamente contingenciadas".

"Não vai sobrar absolutamente nada do Museu Nacional", afirmou aos jornalistas o vice-diretor da instituição, Luiz Fernando Dias Duarte. "Os 200 anos de história do país foram queimados", disse. Na porta do local, professores, alunos e pesquisadores choram enquanto presenciam a destruição.

Entre os destaques do acervo estão a coleção egípcia, que começou a ser adquirida pelo imperador Dom Pedro I; o mais antigo fóssil humano já encontrado no país, batizado de "Luzia", com cerca de 11.000 anos, o mais antigo das Américas; um diário da Imperatriz Leopoldina; um trono do Reino de Daomé, dado ao Príncipe Regente D. João VI, em 1811; o maior e mais importante acervo indígena e uma das bibliotecas de antropologia mais ricas do país.

Essa não é a primeira vez que o fogo destrói acervos importantes da memória e da cultura. O Museu de Arte Moderna (MAM) queimou, o acervo de Hélio Oiticica desapareceu nas chamas, a Cinemateca Brasileira pegou fogo e o Museu da Língua Portuguesa virou cinzas. A política do Estado mínimo está destruindo o Brasil, associada à criminosa privatização desenfreada e ao ódio às manifestações artísticas.

A Secretaria Nacional de Cultura do PT distribuiu nota de pesar e indignação. O partido atribuiu a Michel Temer a responsabilidade pelo agravamento da situação orçamentaria do Museu após a aprovação da Emenda Constitucional 55, que congelou por 20 anos os gastos do governo.

A nota do PT afirma que o congelamento dos gastos tornou ainda mais precários os “serviços públicos, especialmente em relação à ciência e à cultura”.

Criado em 2018-09-03 04:40:37

Morre o artista plástico e poeta Wlademir Dias-Pino

O artista plástico Wlademir Dias-Pino faleceu nesta quinta-feira (30/8), aos 91 anos, no Rio de Janeiro. Ele será velado no próximo sábado (1/9), às 16h, na Capela 2 do Memorial do Carmo, no Caju, no Rio. A equipe do Museu de Arte do Rio lamenta essa grande perda para o mundo das artes no Brasil.

Wlademir (1927-2018) era artista, poeta, desenhador gráfico, vitrinista. Nascido no Rio de Janeiro mudou-se ainda criança para Cuiabá, onde fundou um movimento pioneiro de poesia experimental na década de 40.

Em nota, a equipe do Museu de Arte do Rio – MAR “lamenta profundamente o falecimento de um dos maiores artistas brasileiros de todos os tempos: o poeta, artista gráfico, pintor e escultor Wlademir Dias-Pino”.

Nascido no dia 24 de abril de 1927, na Tijuca, Rio, Wlademir foi um dos pioneiros do construtivismo no Brasil participando ativamente da criação dos movimentos de vanguarda Intensivismo (nos anos 40, em Mato Grosso), Concretismo (nos anos 50, já no Rio de Janeiro) e do Poema Processo (nos anos 60).

“Sua vida foi pautada por um rigor ético extremo em torno do fazer artístico, configurando-se como um verdadeiro projeto político-cultural, cuja prática se delineia como um quase sacerdócio e crença em seu poder e função”, diz a nota do MAR.

“Wlademir Dias-Pino, por uma opção estritamente teórico-ideológica, sempre evitou o mercado de arte: seu trabalho busca instaurar processos e não reduzir-se à feitura de objetos únicos. Os objetos que produz – sujeitos à apropriação poética pública por meio da criação do que denomina versões – propõem sistemas e não modelos formais acabados”, dizem seus amigos responsáveis pelo Museu.

Em 2016, com curadoria de Evandro Salles, o MAR realizou “O poema infinito de Wlademir Dias-Pino, uma grande exposição do artista, apresentando pela primeira vez um conjunto abrangente de suas principais obras: O Dia da Cidade, A Ave, Solida, Numéricos, Poemas Conceito, Enciclopédia Visual Brasileira, entre outras criações.

Trabalhador incansável, Wlademir preparava neste momento exposições que iria realizar no Centro Georges Pompidou em Paris e no Museu Reina Sofia em Madrid.

Criado em 2018-08-31 01:54:25

Geek Prime Homecoming de volta a Brasília

Maior festival da cultura geek e nerd do Centro Oeste terá atrações internacionais, como a atriz Ingvild Deila. Ainda, dubladores, gamers e youtubers agitarão o evento no colégio Notre Dame (914 Sul), Brasília, no próximo sábado, 25/8, das 12h30 às 22h; e no domingo, 26/8, das 10h às 19h.

A atriz norueguesa Ingvild Deila, famosa por ter dado vida à personagem Princesa Leia, em “Rogue One”, filme da saga “Star Wars” vai marcar presença no maior evento geek e nerd do Centro- Oeste. “Ela vai falar sobre sua carreira. Será nossa maior edição, realizada em um espaço de 15 mil m²”, adianta o idealizador do evento, Mário Telles.

Muitas atrações com dubladores renomados como Guilherme Briggs, Márcio Seixas, Úrsula Bezerra, Bianca Alencar, Felipe Grinnan e Marcelo Campos e a youtuber e gamer Malena já estão confirmados para agitar o público com bate-papos, shows e palestras. Haverá, ainda, apresentações de cosplayers e artes marciais.

Dose dupla geek

Completando cinco anos, o Geek Prime Homecoming volta às suas origens. O evento, que nasceu em 2013 no colégio Notre Dame (914 Sul), retornará, desta vez, em dose dupla no local. Serão dois dias de muita diversão e criatividade.

“Além das grandes atrações internacionais, o Geek Prime, que espera receber 10 mil pessoas nos dois dias de evento, oferecerá espaço para apreciadores de séries, filmes e jogos clássicos de videogames, cards e das máquinas de fliperama que se espalharam pelo mundo. No espaço também haverá foodtrucks, arena de SoftCombat, de e-sports, palco anime summit, karaokê, bazar geek, feira de objetos temáticos, espaço kids com brinquedos e atividades infantis para as crianças. Ainda, uma área de repouso para quem quiser dar uma pausa e descansar durante a maratona que “será diversão na certa”, garante Mário Telles.

CONHEÇA OS PRINCIPAIS CONVIDADOS

Márcio Seixas

Ator, dublador, locutor e radialista brasileiro, Márcio Seixas era radialista em Belo Horizonte quando decidiu se mudar para o Rio de Janeiro, com 28 anos, para começar a sua carreira de dublador. Hoje é conhecido por dar voz a personagens de atores internacionais famosos, desenhos animados, programas de TV internacionais, documentários e filmes. É famoso ainda por ser o dublador brasileiro oficial dos atores Clint Eastwood, Leslie Nielsen, Sean Connery, Roger Moore, Michael Caine, Morgan Freeman, Timothy Dalton (como James Bond), Charlton Heston e Christopher Walken. Além disso, ele dublou também o Sr. Spock em Jornada nas Estrelas, Computador HAL 9000 em 2001 - Uma Odisséia no Espaço e o Batman em diversas animações e filmes, sendo considerado o maior dublador do Cavaleiro das Trevas.  Márcio já acumula mais de cinco mil dublagens em quase meio século de profissão.

Úrsula Bezerra

Nascida em uma família de dubladores, Úrsula Bezerra começou a dublar em 1982 e se consolidou no mercado como uma grande dubladora brasileira, conhecida por dar voz a grandes personagens, como Goku criança, no anime Dragon Ball e Naruto Uzumaki, no anime Naruto. Em 2008 ela recebeu o Prêmio Yamato, considerado o Oscar da dublagem, por seu trabalho fazendo a voz do personagem Naruto.

Bianca Alencar

Bianca Alencar é uma atriz, dubladora, dançarina, cantora, estudante de jornalismo, youtuber e compositora brasileira. Com participações em diversos programas nacionais, ela começou sua carreira aos quatro anos de idade e hoje acumula inúmeros comerciais e participações na TV. No mundo da dublagem, Bianca é conhecida por integrar o time de dubladores de desenhos como Pinky Dinky Doo, Charlie e Lola (Lola), Super Fofos (Linny), Sid, o Cientista (Gabriela), My Little Pony (Twilight), Jardim de Clarilu (Clarilu), Polly Pocket (Crissy).
Felipe Grinnan

Conhecido por dublar os atores Orlando Bloom, Jake Gyllenhaal, Jude Law, Ewan McGregor, Drake Bell e Eric Bana, o carioca Felipe Grinnan também deu voz ao personagem Marty, em Madagascar e ao personagem Whis, nos filmes Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses e Dragon Ball Z: O Renascimento de F e também no anime Dragon Ball Super.

Marcelo Campos

O dublador Marcelo Campos é reconhecido no mundo da dublagem pelo seu trabalho em diversas séries e animes, como Trunks do futuro em Dragon Ball, Mu de Aires em Cavaleiros do Zodíaco ,Yugi em Yu-Gi-Oh! e Edward Elric em Fullmetal Alchemist. Além disso, ele ainda ganhou o Prêmio Yamato de Melhor Dublador de Protagonista em 2003 e 2006, pelos trabalhos em Yu-Gi-Oh! e em Fullmetal Alchemist, respectivamente. Marcelo também é conhecido por dublar Shurato na série homônima, Lyuma em Winspector e Solbrain, diversos personagens de Os Cavaleiros do Zodíaco, entre eles Mu de Áries e Jabu de Unicórnio, e Duo de Gundam Wing, do personagem Ekko no jogo League of Legends.

Malena

Blogueira, Youtuber e influenciadora, a gamer Malena Nunes é conhecida na web como Malena0202, onde cria vídeos sobre games para o YouTube e está entre as mais populares do Brasil. Seu canal na plataforma possui mais de dois milhões de inscritos e está no ar há cerca de três anos.

INGRESSOS
Os ingressos podem ser adquiridos online pelo Sympla (https://goo.gl/oYdpef).
2º lote Day Pass
R$ 50,00 (inteira)
R$ 25,00 (meia)

2º lote Day Pass VIP
R$ 250,00 (inteira)
R$ 125,00 (meia)

1º lote Combo Simples
R$ 80,00 (inteira)
R$ 40,00 (meia)

1º lote Combo VIP
R$ 480,00 (inteira)
R$ 240,00 (meia)

Vantagens VIP:
Passe de 1 (um) dia;
Entrada antecipada;
Ambiente reservado próximo ao palco;
100% das senhas do meet and greet;

Serviço:
FESTIVAL GEEK PRIME
25 e 26 de agosto de 2018 (sábado e domingo)
Local: Colégio Notre Dame (914 Sul)
Horários: Sábado, das 12h30 às 22h, e domingo, das 10h às 19h
Informações: 3245-2836
Classificação: Livre

Criado em 2018-08-22 21:34:38

Opressão ao feminino sobe ao palco com “Gaslight”

Espetáculo sobre a opressão ao feminino sobe ao palco na Ceilândia. Cia. Ensaio faz apresentações de “Gaslight” no Teatro Céu das Artes (QNM 28), dias 17, 18 e 19 de agosto, às 20h. Entrada franca.

Baseado no termo norte-americano gaslighting, o espetáculo brasiliense “Gaslight” trata da opressão psicológica de um abusador contra sua vítima.

As apresentações encerram a temporada da Cia. Ensaio, que se apresentou no Teatro Invenção Brasileira em Taguatinga e no Teatro Goldoni, no Plano Piloto.

Em cena, cinco atores esperam para celebrar as bodas de 200 anos de um casamento. Entre diálogos cotidianos e discursos psicológicos que refletem uma afronta ao feminino e espaços de tempo vazios, os personagens se conectam, se desconectam e traçam uma linha de relacionamento consigo mesmo e com o próximo.

A prática de gaslighting é evidenciada na opressão ao feminino, o que não necessariamente diz respeito à mulher. “Falamos de gaslighting como uma prática contra o arquétipo do feminino que habita tanto pessoas do gênero feminino, quanto do gênero masculino. No entanto, estas práticas acabam reverberando em uma potência maior em mulheres, pois elas têm o estereótipo do feminino no corpo”, explica a dramaturga que construiu o texto em um processo colaborativo junto ao grupo.

“Gaslight” é patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) do Distrito Federal e foi idealizado e produzido pela Cia. Ensaio.

Ficha técnica:
Direção e encenação: Marcello D’Lucas
Codireção e texto: Eli Moura
Dramaturgia: O grupo
Performance: Eli Moura, Clara Camarano, André Araújo e Marcelo Pelúcio
Performance em LIBRAS: Tatiana Elizabeth
Cenografia: Júlia Maria e Fernanda Samarco
Produção: Juliana Cury
Cinegrafista e fotógrafa: Isabela Eichler
Designer Gráfico: Tiago Palma
Iluminação: Rodrigo Lelis
Visagismo e Figurino: Kaissa Frota
Áudio: André Morale

Serviço:
Espetáculo: “Gaslight”
Dias 17, 18 e 19 de agosto, no Teatro Céu das Artes Ceilândia (QNM 28)
Horário: 20h
Entrada franca
Não recomendado para menores de 16 anos.

Criado em 2018-08-14 15:32:40

Cineclube apresenta filmes de mulheres com o tema Corpos e Poderes

Nesta quinta-feira (2/8), às 19h, no Cine Cleo (Faculdade de Artes Dulcina de Moraes – SDS), três filmes: “A Boneca e o Silêncio”, de Carol Rodrigues; “O Mais Barulhento Silêncio”, de Marcela Moreno e “Amor Plástico e Barulho”, de Renata Pinheiro.

Todos tratam da temática Corpos e Poderes. Numa sociedade patriarcal, o corpo da mulher nunca é domínio dela mesma, ora ela pertence ao Estado, ora ao marido, ora aos filhos.

“O corpo da mulher, por vezes, é considerado espaço público. Isto parte do princípio de que a mulher não tem a capacidade de fazer escolhas sobre o próprio corpo”, destaca a curadora Glênis Cardoso.

E é sobre este tema, de importante interesse social e de gênero, que a sessão Corpos e Poderes vai discutir o abuso sexual, o aborto clandestino, a sexualização e a objetificação.

“Não por acaso, dois dos filmes carregam nos títulos a palavra silêncio. É uma referência à solidão e ao isolamento da mulher impedida de se ver dona do próprio corpo. O terceiro tem no título a palavra barulho, colocando na música um lugar de enfrentamento, mas também de encontro”, explica Glênis.

Criado em outubro de 2017, o Cine Cleo é um cineclube brasiliense que foi fundado por atrizes, diretoras, pesquisadoras, produtoras e técnicas na área audiovisual. Mulheres que debatem junto ao público, sempre quinzenalmente às quintas-feiras, temas de interesse social e de gênero.

Mulheres atrás e à frente das telonas

Após debater temas como Velhice e Seus Afetos, Espelhamento, Mulheres Que Amam Mulheres, dentre outros assuntos de interesse social e de gênero, agora será a vez de trazer filmes que tratam do corpo das mulheres.

A 17ª sessão do cineclube chega com produções como Amor, Plástico e Barulho, de Renata Pinheiro. O filme conta a história de Shelly, uma jovem dançarina que sonha em se tornar cantora. Paralelamente está Jaqueline, uma experiente cantora que já emplacou alguns sucessos, mas que acaba por ver sua carreira desabar. Shelly e Jaqueline tornam-se então companheiras de uma mesma banda de música brega. Inseridas em um show business e em programas de TV locais onde tudo é descartável – como sucesso, amor e relações humanas- , elas parecem formar uma única trajetória de vida. Shelly é o possível passado de Jaqueline que, por sua vez, é o provável futuro de Shelly.

Outro destaque da sessão, O Mais Barulhento Silêncio, de Marcela Moreno, é composto por relatos de mulheres que foram estupradas por parceiros íntimos. Em um cenário alegórico, elas compartilham suas memórias mais íntimas e dolorosas e refletem sobre o que é ser mulher neste mundo.

Já A Boneca e o Silêncio, de Carol Rodrigues, reflete e vida de Marcela, uma jovem de 14 anos que decide interromper uma gravidez indesejada.

Ao final da sessão, haverá um debate conduzido pelas curadoras do Cine Cleo.

Serviço:
Cine Cleo (Cineclube das mulheres)
Dia 2 de agosto (quinta-feira), às 19h.
Em cartaz até agosto de 2018, quinzenalmente, sempre às quintas, 19h.
Local: Na Faculdade Dulcina de Moraes - Conic (SDS)
Não recomendado para menores de 16 anos
Entrada franca.

Criado em 2018-08-01 23:34:08

“Instabilidade perpétua” abre o Festival Internacional de Teatro de Brasília 2018

De 21 de agosto a 2 de setembro em vários teatros do Distrito Federal (ver programação abaixo e no site do Cena Contemporânea). Espetáculos da França, México, Chile, Argentina, Espanha e Brasil na maior vitrine das artes cênicas da região central do Brasil.

Serão apresentadas sete montagens internacionais, 14 nacionais e nove encenações produzidas no DF. Trabalhos inéditos no Brasil, como o francês “A Bergman Affair”, o chileno “Casco Azul” e os espanhóis “Jardín de Invierno” e “Alicia después de Alicia”.

Para a noite de abertura, o Cena escolheu “Instabilidade Perpétua”, espetáculo que marca a estreia em solo teatral da atriz e cantora carioca Soraya Ravenle. Na encenação, a intérprete protagoniza historietas e situações baseadas em livro homônimo do filósofo e poeta paulistano Juliano Garcia Pessanha. Segundo o autor, o ser humano só conseguirá ser feliz quando aprender a conviver com a condição de que a vida é um espaço de instabilidade contínua. O espetáculo mescla teatro, música e dança e é composto de quadros assinados por quatro diferentes diretoras - uma delas é Júlia Bernat, filha de Soraya Ravenle.

Em 2018, o festival aposta numa programação que, nestes tempos em que sopram ares de ódio e intolerância, reafirma a livre expressão do pensamento como valor natural e fundamental de cada ser humano. Segundo o curador, Alaôr Rosa, o festival dá sequência ao conceito de #preconceitozero e #dequeladovocêestá que tem norteado a seleção dos espetáculos nos dois últimos anos. “Queremos reafirmar nosso compromisso com a proteção dos direitos e das liberdades individuais e das minorias, apresentando criações que usam a linguagem da cena como veículo de expressão de inquietações e desejos, espaço para a discussão de temas relevantes como violência, preconceito, desigualdade e fanatismo religioso”.

O Cena vai ocupar os principais palcos do Distrito Federal. A programação se estenderá do Teatro Funarte Plínio Marcos à rede de teatros do SESC (no Plano Piloto, em Ceilândia, Taguatinga e Gama), Teatro do CCBB, Museu Nacional, Teatro dos Bancários e Sala Adolfo Celi. O Cena Contemporânea tem patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC).

O Festival

A programação inclui sete espetáculos internacionais, produzidos na França, México, Chile, Argentina e Espanha. Também 14 produções de diferentes estados brasileiros – Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo, Ceará, Bahia, Amazonas e Paraná. E ainda nove espetáculos criados no Distrito Federal, sendo um deles inédito – a peça Encerramento do Amor, dirigida por Diego Bresani, fará sua estreia no CENA. O festival também dará sequência à parceria com o Festival da Primeira Infância, acolhendo espetáculos voltados para bebês e crianças, nos dias 25 e 26 de agosto.

Reflexões sobre democracia, igualdade de direitos, tolerância, violência, pedofilia, depressão, preconceito. Os palcos do festival serão atravessados por questões que fazem parte dos debates contemporâneos no mundo. Mas o teatro também promete passear pelos territórios dos sonhos, dos desejos, da coragem, da iluminação. Afinal, como dizia Nietzsche, a arte nos ajuda a não morrer da verdade.

Temas como as fronteiras da democracia estarão em foco, sob diferentes abordagens, em encenações como o mexicano “Tijuana” (fruto de uma pesquisa sobre imigrantes que vivem na fronteira entre EUA e México), o chileno “Casco Azul” (que discute a polêmica em torno da atuação de integrantes das forças de paz da ONU) e o pernambucano “Dinamarca” (que se inspira em Shakespeare para falar de alienação e do conceito nórdico de hygge, traduzido como aconchego).

Direitos de expressão, conservadorismo, homofobia, fanatismo religioso, marginalização, abuso e violência sexual também perpassam espetáculos: “Lo único que necesita una gran actriz” (México), “Tom na Fazenda” (RJ), “Lili Marlene” (SP), “Domínio Público” (SP), “Ícaro” (RS) e “Tartufo-ME” (Amazonas). Há espaço para o sonho – “Alícia después de Alícia” (Espanha), livre adaptação do clássico de Lewis Carroll -, para a celebração – “Buda” (SP), sobre a vida de Sidartha -, para a afirmação – “Salve, Malala!” (SP) - e até para homenagem a um grande mestre - “A Bergman Affair” (França), que relembra os 100 anos de nascimento do cineasta sueco Ingmar Bergman.

Com uma programação de oito espetáculos, incluindo grupos especializados em teatro de rua, vai apresentar o que a produção cênica do Distrito Federal tem feito de mais inventivo e diferenciado, em espetáculos como “Autopsia III e IV” (baseado em entrevistas com moradores de rua e presidiários), “Cria” (que leva para a cena questionamentos da física quântica) e “Encerramento do Amor” (versão brasileira para obra vencedora do prestigiado Grand Prix de Littérature Dramatique).

Além da extensa programação de espetáculos, o Cena irá promover oficinas e workshops, conversas com artistas e os Encontros do Cena, envolvendo curadores de prestigiados festivais de artes cênicas da Polônia, Irã, Argentina, Espanha, Chile e França, além dos curadores de festivais que integram o Núcleo de Festivais Internacionais de Artes Cênicas do Brasil. Algumas atividades exigem inscrição antecipada e/ou audição. Para mais informações, basta acessar o site do festival: www.cenacontemporanea.com.br

PROGRAMAÇÃO DIÁRIA

TERÇA, 21.08
21h – Teatro do CCBB 1 – “Instabilidade Perpétua”/RJ
Esplanada dos Ministérios – Performance “Ouvidoria”/RS

QUARTA, 22.08
19h – Teatro Funarte Plínio Marcos – “Ramal 340”/RS
           Teatro dos Bancários – “Tartufo-ME”/AM
21h – Teatro do CCBB 1 – “Instabilidade Perpétua”/RJ
Praça do Relógio/Taguatinga – Performance “Ouvidoria”/RS

QUINTA, 23.08
10h – Itapoã/teatro de rua – “Mateus da Lelé Bicuda”/DF
15h – Itapoã/teatro de rua – “Inka Clown”/DF
19h – Teatro Funarte Plínio Marcos – “Ramal 340”/RS
           Teatro dos Bancários – “Tartufo-ME”/AM
20h – Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – “Ícaro”/RS
           Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – “Copo de Leite”/DF
21h – Teatro SESC Garagem – “Lili Marlene”/SP
           Teatro CCBB 1 – “Sonho de uma noite de verão”/DF

SEXTA, 24.08
9h – Asilo 1 – “Mateus da Lelé Bicuda”/DF
19h – Sala Adolfo Celi da Casa D’Itália – “Os Beatniks em Psicose”/DF
19h30 – Itapoã/teatro de rua – “Édipo Rei”/DF
20h – Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – “Ícaro”/RS
           Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – “Cria”/DF
21h – Teatro SESC Garagem – “Lili Marlene”/SP
           Auditório do Museu Nacional – “Domínio Público”/SP

SÁBADO, 25.08
19h – Sala Adolfo Celi da Casa D’Itália – “Os Beatniks em Psicose”/DF
           Teatro dos Bancários – “OVO”/PR
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – “Ícaro”/RS
           Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – “Cria”/DF
21h – Teatro CCBB 1 – “Tom na Fazenda”/RJ
           Teatro SESC Garagem – “Lili Marlene”/SP
           Auditório do Museu Nacional – “Domínio Público”/SP

DOMINGO, 26.08
11h – Teatro Funarte Plínio Marcos – “Buda”/SP
17h - Teatro Funarte Plínio Marcos – “Buda”/SP
19h – Teatro dos Bancários – “OVO”/PR
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – “Copo de Leite”/DF
21h – Teatro CCBB 1 – “Tom na Fazenda”/RJ
           Teatro SESC Garagem – “Ícaro”/RS

TERÇA, 28.08
19h – Teatro dos Bancários – “Casco Azul”/Chile
           Teatro Funarte Plínio Marcos – “Dinamarca”/PE
20h – Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – “Autópsia 3”/DF

QUARTA, 29.08
19h – Teatro dos Bancários – “Casco Azul”/Chile
           Teatro Funarte Plínio Marcos – “Dinamarca”/PE
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – “Tijuana”/México
           Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – “Autópsia 4”/DF
           Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – “Encerramento do Amor”/DF
21h – Teatro CCBB 1 – “A Bergman Affair”/França

QUINTA, 30.08
20h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – “Tijuana”/México
           Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – “Eu é Outro: ensaio sobre fronteiras”/BA
21h – Teatro CCBB 1 – “A Bergman Affair”/França
           Teatro SESC Garagem – “Pra frente o pior”/CE

SEXTA, 31.08
19h – Teatro Funarte Plínio Marcos – “Autópsia 3 e 4”/DF
           Teatro dos Bancários – “Eu é Outro: ensaio sobre fronteiras”/BA
20h – Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – “Tijuana”/México
           Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – “Shakespeare Inédito”/Argentina
21h – Teatro SESC Garagem – “Pra frente o pior”/CE
           Teatro CCBB 1 – “Encerramento do amor”/DF

SÁBADO, 01.09
17h – Teatro Plínio Marcos – “Salve Malala!”/SP
           Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – “Alicia después de Alícia”/Espanha
19h – Teatro dos Bancários – “Shakespeare Inédito”/Argentina
           Sala Adolfo Celi Casa D’Itália – “Lo único que necesita una actriz”/México
20h – Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – Eu é outro: ensaio sobre fronteiras”/BA
21h – Teatro CCBB 1 – “Tijuana”/México
           Teatro SESC Garagem – “Jardín de Invierno”/Espanha

DOMINGO, 02.09
17h – Teatro SESC Paulo Gracindo Gama – “Alicia después de Alícia”/Espanha
           Teatro Plínio Marcos – “Salve Malala!”/SP
19h – Teatro dos Bancários – “Shakespeare Inédito”/Argentina
           Sala Adolfo Celi Casa D’Itália – “Lo único que necesita una actriz”/México
20h – Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga – Eu é outro: ensaio sobre fronteiras”/BA
             Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia – “Sonho de uma noite de verão”/DF
21h – Teatro CCBB 1 – “Tijuana”/México
           Teatro SESC Garagem – “Jardín de Invierno”/Espanha
 

PROGRAMAÇÃO INTERNACIONAL

Apresentações: 28 e 29 de agosto
Teatro dos Bancários, 19h
CASCO AZUL - TEATRO AMPLIO - CHILE
Texto: Santiago Sanguinetti
Direção: Antonio Altamirano
Intérpretes: Pablo Manzi, Juan Pablo Miranda, Rodrigo Soto, Nicolas Zarate
Capacetes Azuis é como são conhecidas as tropas multinacionais que servem às Forças de Paz da Organização das Nações Unidas. Criadas em 1947 para atuar em zonas de conflito em vários pontos do planeta, atualmente seu trabalho vem sendo foco de polêmicas relacionadas a acusações de abuso e exploração sexual contra a população que eles visam proteger. Quatro capacetes azuis da ONU são destacados para uma base militar em Porto Príncipe, Haiti. A revolução acaba de explodir na ilha. O caos reina nas ruas. Os soldados temem por suas vidas enquanto que, lendo Hegel, tentam entender as razões do povo. Mas não conseguem. Hegel é complicado.
TEATRO AMPLIO – Criado em 2013, com a proposta de colocar em cena a produção de textos de autores latino-americanos cujas obras abordam contextos históricos em constante construção. A companhia já encenou “El Señor Galíndez”, do argentino Eduardo Pavlovsky, que circulou por alguns grandes festivais latino-americanos e também pela Europa. “Casco Azul” é o segundo trabalho do grupo.
TEMPO: 60 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO: 12 ANOS


Apresentações: 29 e 30 de agosto
Teatro I CCBB- Brasília, 21h
A BERGMAN AFFAIR - FRANÇA
Direção: Serge Nicolaï
Intérpretes: Olivia Corsini, Stephen Szekely, Gérard Hardy, Andrea Romano
Um projeto de dramaturgia plural. A partitura foi livremente inspirada no romance de Ingmar Bergman "Confissões Privadas", levado à tela em 1996, sob direção de Liv Ullmann. E a encenação mescla teatro, dança, bonecos e vídeo, para seguir o enredo do romance. Anna, uma típica heroína bergmaniana é uma mulher de quarenta anos que fala sucessivamente com seu pastor, seu marido, seu amante e sua mãe. No espetáculo, os atores são "manipulados" por um dançarino e uma dançarina, que aplicam os princípios do Bunraku (fantoches japoneses). Homenagem aos 100 anos do cineasta Ingmar Bergman.
SERGE NICOLAÏ E OLIVIA CORSINI – Formado pelo Conservatório Nacional de Cracóvia, Serge Nicolaï é ator, cenógrafo e diretor de teatro e cinema. É membro do Théâtre du Soleil desde 1997, tendo assinado a cenografia dos quatro espetáculos mais recentes da companhia. Premiado com o Molière em 2005, pela cenografia do espetáculo “Le Dernier Caravansérail”, atua como diretor assistente dos filmes de Ariane Mnouchkine.
Olivia Corsini é atriz, nascida em Modena, na Itália. Estudou na Escola Nacional de Artes Dramáticas Paolo Grassi, de Milão, e trabalhou com artistas de grande prestígio, até ingressar no Théâtre du Soleil, em 2002, onde passou a desempenhar os papéis principais de vários espetáculos. Também atua nos filmes de Ariane Mnouchkine.
TEMPO: 90 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO: 14 ANOS


Apresentações: 29, 30 e 31 de agosto e 01 e 02 de setembro
Teatro SESC Paulo Gracindo Gama, 20h
Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia, 20h
Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga, 20h
Teatro I CCBB- Brasília, 21h
TIJUANA – LAGARTIJAS TIRADAS AL SOL - MÉXICO
Direção e atuação: Gabino Rodríguez
Baseado em textos e ideias de Andrés Solano, Arnoldo Galves Suarez, Martin Caparrós e Gunter Walraff.
O que a democracia significa hoje no México para cerca de 50 milhões de pessoas que vivem com o salário mínimo? A economia condiciona a maneira como experimentamos a política e as expectativas que temos. Partindo dessa premissa, o ator Gabino Rodríguez viveu por seis meses com a identidade de Santiago Ramirez, trabalhando em uma fábrica em Tijuana (Baixa Califórnia), sob condições específicas, separado de seu mundo habitual e incomunicável. A encenação procura contar essa experiência e investigar as possibilidades de representação. O trabalho tenta tecer um discurso sobre ação, realidade e representação. TIJUANA faz parte do projeto "Democracia no México 1965-2015", uma série de 32 peças (uma para cada estado da República) que investigam o presente deste conceito de diferentes geografias.
LAGARTIJAS TIRADAS AL SOL – Comunidade de artistas fundada em 2003, no México, por Luisa Pardo e Gabino Rodríguez, com o objetivo de desenvolver projetos que procuram vincular o trabalho e a vida, romper fronteiras. Um espaço que ultrapassa os limites do entretenimento e faz pensar. A companhia já surpreendeu e encantou o público brasileiro, em 2012, quando o CENA CONTEMPORÂNEA trouxe o premiado trabalho “El rumor del incêndio”.
TEMPO: 75 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO: 15 ANOS

Apresentações: 31 de agosto, 1 e 2 de setembro
Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia, 20h
Teatro dos Bancários – Brasília, 19h
SHAKESPEARE INÉDITO- THE BEHRENS THEATRE STUDIO – LIGA PROFESIONAL DE IMPROVISACIÓN - ARGENTINA
Texto e direção: Ricardo Behrens
Intérpretes: Ricardo Behrens, Marcela Bea, Gustavo Caletti, Isabel de La Torre, Stphi Troiano
Resultado do processo de um ano de investigação interdisciplinar, o espetáculo procura aprofundar os universos propostos pelas obras de Shakespeare, gerando uma nova experiência construída com dramaturgia ao vivo. Os espectadores decidem que personagem e que trecho do texto deve dar início ao espetáculo, que vai sendo construído pelo elenco e pelo público. Personagens icônicos do “Bardo" aparecem juntos em um trabalho inédito. Hamlet, Julieta, Ricardo III, Lady Macbeth, Desdêmona, dentre outros, se relacionam, passeiam pelas narrativas e proporcionam novas descobertas da obra shakespeariana. Tanto a dramaturgia quanto a encenação são criadas na hora pelo diretor Ricardo Behrens, com uma sutil sugestão na cena aos atores e com gestos para mudanças de iluminação e climas musicais. Surgem encenação e história totalmente diferentes a cada função.
LIGA PROFESIONAL DE IMPROVISACIÓN – Criada em 1988, por Ricardo Behrens, ator, diretor, professor, dramaturgo e um dos pioneiros e mais férteis investigadores da improvisação teatral contemporânea, aplicada a processos criativos. Com a LPI, já organizou vários festivais de improvisação teatral na Argentina e participou de festivais em vários países. “Shakespeare Inédito” foi lançada em 2013, no III Festival de Shakespeare em Buenos Aires.
TEMPO: 70 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO: 10 ANOS

Apresentações: 01 e 02 de setembro
Teatro SESC Garagem, 21h
JARDÍN DE INVIERNO – CIA CIELO RASO - ESPANHA
Direção: Igor Calonge
Intérpretes: Marti Güell, Nekane Mendizabal, Gorka Gurrutxaga, Leire Otamendi
Há gritos de pânico, de alegria, de castigo, de encorajamento, de alarme, de advertência, de prazer, de dor. E é aí que há o silêncio que serve de inspiração para cada um desses gritos. Bem-vindo ao teatro.
CIELO RASO - Companhia de dança contemporânea fundada em 2009, fruto do encontro de interesses artísticos de duas companhias, a brasileira “Teatro de Açúcar” e a basca “Igor Calonge”. Ao longo dos anos, já produziu mais de 15 espetáculos e fez turnê por Espanha, França, México, Brasil, Argentina e Panamá. Desde 2010, conta com o apoio do Departamento de Cultura del Gobierno Vasco.
*O diretor e um bailarino da equipe chegarão a Brasília um mês antes do início do festival, para audições que irão selecionar quatro atores/bailarinos para participar da encenação.
TEMPO: 55 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO: LIVRE

Apresentações: 01 e 02 de setembro
Teatro SESC Paulo Gracindo Gama, 17h
ALÍCIA DESPUÉS DE ALÍCIA – KABIA TEATRO - ESPANHA
Direção: Borja Ruiz
Intérpretes: Haizea Aguila, Florentino Badiola, Karol Benito, Yolanda Bustillo, María Goiricelaya, Javier Liñera, Juana Lor
O espetáculo funde, em um espaço de palco único, a animação de imagens e a interpretação de um elenco de sete atores e atrizes, para provocar a imersão no mundo interior de uma violinista, ALICE. A partir de um momento crítico em sua vida, Alicia se perguntará sobre seus anseios, sobre a contradição que às vezes surge entre o dever e os sonhos, sobre a queda e destruição dos ídolos da infância. Adaptação livre de “Alice no País das Maravilhas”, coloca em cena uma Alice de 40 anos de idade, que sempre sonhou em ser violinista e que no momento está consumindo muito álcool e pílulas para dormir. O que a cena apresenta é o que seria o sonho desta mulher. O espetáculo joga com o humor e muita poesia visual. “Alicia después de Alicia” recebeu o Prêmio Ercilla 2017 de Melhor Produção Teatral Basca.

KABIA TEATRO – Companhia criada em 2006, como espaço de investigação teatral, no seio da veterana companhia Gaitzerdi Teatro, mas que desde 2013, caminha sozinha. A companhia segue alguns preceitos: intenso treinamento como lugar de investigação e formação permanente, o coletivo como essência, processos de criação aprofundados e longos e constante contato com grandes mestres das artes cênicas. Em 2010, a Kabia Teatro participou do CENA CONTEMPORÂNEA com o “Decir lluvia y que llueva”.
TEMPO: 90 MINUTOS.
CLASSIFICAÇÃO: 10 ANOS

Apresentações: 01 e 02 de setembro
Sala Adolfo Celi, Casa D’Italia, às 19h
LO ÚNICO QUE NECESITA UNA GRAN ACTRIZ – VACA 35 TEATRO - MÉXICO
Direção: Damián Cervantes
Intérpretes: Mari Carmen Ruiz e diana Magallón
Livre adaptação da obra “As Criadas”, de Jean Genet, o espetáculo vai encontrar as criadas Claire e Solange na minúscula e degradante casa onde vivem e penetrar em sua intimidade. Saudada pela crítica pela grande sensibilidade, onde convivem humor, violência ternura, a encenação se inspira nas palavras do próprio Genet: "A humildade só pode nascer de humilhação, senão, é falsa vaidade". A peça propõe o diálogo entre o espaço e as atrizes, aprofundando temas universais e investigando as questões Genetianas, com base na performance, no teatro como única saída aparente. Uma espécie de conto de fadas, que questiona os estereótipos sociais, a marginalização e nenhuma possibilidade de expiação.
VACA 35, TEATRO EM GRUPO – Coletivo de atores e atrizes que já criou coletivamente oito trabalhos, viajou por diversos festivais nacionais e internacionais e obteve o reconhecimento da crítica. O grupo trabalha em montagens e investigações cênicas e laboratórios.
TEMPO: 60 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO: 18 ANOS

PROGRAMAÇÃO NACIONAL

Apresentações dias 21 e 22
Teatro CCBB, 21h
INSTABILIDADE PERPÉTUA – SORAYA RAVENLE – RIO DE JANEIRO
Intérprete: Soraya Ravenle
Dir. Daniella Visco, Georgette Fadel, Julia Bernat, Stella Rabello
Primeiro solo da atriz Soraya Ravenle, baseado no livro homônimo do filósofo e poeta paulistano Juliano Garcia Pessanha. O livro é uma coletânea de ensaios filosóficos e historietas. Na obra, o autor apresenta reflexões e indagações sobre estar vivo, sobre os outros nascimentos necessários, além do nascimento biológico, sobre o reconhecimento da vida como espaço de instabilidade. Soraya revela toda sua versatilidade como atriz, em diferentes olhares de quatro diretoras.
SORAYA RAVENLE – Atriz e cantora brasileira, com vasta experiência e uma trajetória de sucesso no teatro e na televisão. Como atriz, integrou o elenco de novelas da TV Globo como “Laços de Família”, “Beleza Pura”, “Paraíso” e “I love Paraisópolis”. Paralelamente, desenvolveu importante carreira como cantora, participando de grupos como o Arranco de Varsóvia e protagonizando musicais como “South American Way”, “Sassaricando”, “Ópera do Malandro” e o recente “MPB – A Era dos Festivais”.
DURAÇÃO: 60 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS

Apresentações dias 21 e 22
Esplanada dos Ministérios e Praça do Relógio em Taguatinga
PERFORMANCE OUVIDORIA – LUCIANA PAZ – RIO GRANDE DO SUL
Trabalho que faz um convite aos artistas, estudantes, professores, pesquisadores locais para a criação de uma performance que pretende criar ambientes de escuta nos espaços públicos da cidade. A performance “Ouvidoria” é desenvolvida desde 2012 pela atriz/performer Luciana Paz, em colaboração com o diretor, ator e pesquisador Matteo Bonfitto (SP). Esse trabalho integra a pesquisa da atriz/performer sobre a escuta e suas reverberações nos processos de criação. Luciana Paz chegará a Brasília uma semana antes do início do festival, para selecionar 30 atores locais. Eles irão se distribuir pela área central da capital brasileira, para o trabalho “Fala que eu te escuto”, que consiste em ouvir o que as pessoas que circulam pelos diferentes locais têm a dizer.
LUCIANA PAZ - Atriz e pesquisadora. Doutoranda em Educação na Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Integrou o Grupo Falos & Stercus, de 1996 a 2011, quando saiu para desenvolver seu trabalho autoral. Estudou e trabalhou com artistas como Matteo Bonfitto, Yoshi Oida (FR), Julia Varley (Odin Theatre), Renato Ferracini (LUME), Carminda Mendes, Óscar Cornago (ES), Juan Navarro (Integrante do La Fura Dels Baus), Générik Vapeur (FR) e André Carreira. Trabalha com crianças em situação de vulnerabilidade social e adultos em situação de rua. Coordena as Ações Formativas do Festival Internacional de Teatro de Rua de Porto Alegre. Já recebeu o Prêmio Braskem POA Em Cena Melhor Atriz com o monólogo “No Vão da Escada”, em 2007.

Apresentações dias 22 e 23
Teatro Plínio Marcos da Funarte, 19h
RAMAL 340: SOBRE A MIGRAÇÃO DAS SARDINHAS OU PORQUE AS PESSOAS SIMPLESMENTE VÃO EMBORA – COLETIVO ERRÁTICA – RIO GRANDE DO SUL
Dir. Jezebel De Carli
Dramaturgia original: Francisco Gick
Intérpretes: Diogo Rigo, Francisco Gick, Guega Peixoto, Gustavo Dienstmann, Mani Torres, Nina Picoli
Seis histórias envolvendo pessoas espalhados no espaço e no tempo, pessoas ligadas pelo movimento, pelo desejo, pela falta ou pela incompreensão da própria experiência. Um homem espera pelo pai na plataforma da estação de trem, outro arruma as malas enquanto sua mulher as desarruma, uma mulher não dorme por causa de um sonho e outra segue atrás de alguém que lhe escreveu uma carta. Tudo acontece enquanto um homem caminha sem parar atrás da filha e outro foge atormentado por uma imagem de trinta anos atrás. Seis histórias que se encontram e se desdobram como a vida. O espetáculo é resultado de três anos de pesquisa do Coletivo Errática sobre a velocidade, a fragmentação, o bombardeio de imagens da vida contemporânea. Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Figurino e Cenário de 2016.

COLETIVO ERRÁTICA – Fundado em 2012, é um coletivo de teatro e performance gestado na Universidade do Estado do Rio Grande do Sul. Desde então, realiza ações de intervenção urbana, performance e espetáculos teatrais.
DURAÇÃO: 80 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS

Apresentações dias 22 e 23
Teatro dos Bancários, 19h
TARTUFO-ME – AMAZONAS
Dir. Tércio Silva
Adaptação e Intérpretes: Dimas Mendonça
Adaptação, para espetáculo solo, de “Tartufo”, uma das mais famosas comédias de Molière. O espetáculo atualiza o olhar crítico do autor francês sobre a realidade, que expõe a sociedade contemporânea às interferências da religião, vivida de maneira fundamentalista. Espetáculo sobre a perda de si mesmo para discursos de ódio e violência. Na história, Orgon, um padeiro e pai de família, após conhecer seu “mentor espiritual”, Tartufo, entrega toda sua vida a ele.
DIMAS MENDONÇA – Ator, diretor e professor de teatro amazonense, que tem se dedicado à pesquisa de linguagens. O espetáculo “Tartufo-ME” consumiu muitos meses de trabalho para a adaptação e leva para a cena temas que fazem parte das inquietações pessoais do autor, que já disse: “A peça trata dos efeitos totalitários, fundamentalistas que a religião desvinculada da realidade causa de negativo nas pessoas”.
DURAÇÃO: 50 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS

Apresentações dias 23, 24, 25 e 26
Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia, 20h
Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga, 20h
Teatro SESC Paulo Gracindo Gama, 20h
Teatro SESC Garagem, 21h
ÍCARO – RIO GRANDE DO SUL
Dramaturgia e atuação: Luciano Mallmann
Dir. Liane Venturella
Monólogo teatral construído a partir de depoimentos reais, colhidos entre pessoas cadeirantes e com a visão, a experiência e as percepções sobre a deficiência do próprio ator/autor, Luciano Mallmann, que também se tornou cadeirante depois de um acidente. Vítima de lesão medular, Mallamnn se desdobra em seis histórias emocionantes.
LUCIANO MALLMANN – Iniciou a carreira de ator em 1991 na Companhia das Índias, com a qual encenou quatro espetáculos. Em 1996, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou com diferentes encenadores, como Mauro Rasi e Jorge Fernando, e fez participações em produções da televisão. Em 2004, sofreu um acidente e teve lesão medular, passando a usar cadeira de rodas. Voltou a viver em Porto Alegre e, em 2011, produziu e atuou no espetáculo “A Mulher Sem Pecado”, de Nelson Rodrigues, que ganhou diversas categorias do Prêmio Açorianos. “Ícaro” é seu primeiro texto como dramaturgo.
DURAÇÃO: 70 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS

Apresentações dias 23, 24 e 25
Teatro SESC Garagem, 21h
LILI MARLENE – UM MUSICAL – FAUSE HATEN – SÃO PAULO
Texto e letras: Fause Haten
Música e arranjos: André Cortada
Um anti-musical que utiliza a performance e novas tecnologias para contar a história do Lili. “O” Lili é o neto de Marlene, atriz hollywoodiana dos anos 1930. Rejeitado pelo pai na infância, ele foge de sua casa em Berlim aos 13 anos de idade e vai viver em Paris, onde, com 18 anos, faz sucesso apresentando-se em shows dublando a avó. Com 30 anos de idade, torna-se sacerdote e vai viver nos Estados Unidos. Anos mais tarde, longe de tudo, relembra sua trajetória. O espetáculo é resultado de uma pesquisa de Haten sobre abusos físicos, sexuais, psicológicos.
FAUSE HATEN – Um grande nome do universo da moda, o estilista é ator autodidata. Estreou seu primeiro texto em 2014, “A Feia Lulu” (quando participou do CENA CONTEMPORÂNEA), no qual atuou como autor e performer.
ANDRÉ CORTADA – Maestro e compositor formado pelo Berklee College of Music, em 2002. É produtor musical, compositor para teatro, cinema e publicidade.
DURAÇÃO: 80 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS

Apresentações dias 24 e 25
Auditório 1 do Museu Nacional da República, 21h
DOMÍNIO PÚBLICO – ELISABETE FINGER, MAIKON K, RENATA CARVALHO, WAGNER SCHWARTZ – SÃO PAULO
Criação, texto e performance: Elisabete Finger, Maikon K, Renata Carvalho, Wagner Schwartz
Colaboração artística: Ana Teixeira
Espetáculo que reúne artistas que foram centro de polêmicas sobre liberdade de expressão, censura e os limites da arte em 2017. Wagner Schwartz, em sua performance ‘La Bête’, oferece seu corpo nu para ser movimentado pelo público. Em uma apresentação no Museu de Arte Moderna de São Paulo, o performer foi tocado por uma criança, acompanhada de sua mãe. Um recorte em vídeo deste momento foi manipulado por grupos conservadores e viralizou nas redes sociais, atribuindo ao artista o título de “pedófilo”. Elisabete Finger, coreógrafa e mãe da criança, sofreu uma avalanche de acusações e ameaças em meio a inquéritos policiais e interrogatórios. Maikon K, em sua performance ‘DNA de DAN’, em frente ao Museu Nacional da República, em Brasília, teve seu cenário danificado e foi detido pela polícia militar sob a acusação de ato obsceno por estar nu dentro de uma bolha. Renata Carvalho, atriz, teve sua peça “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu” censurada e foi impedida de se apresentar por ser travesti e interpretar Jesus Cristo no teatro. Em “Domínio Público”, os quatro se juntam para uma reflexão sobre a forma como a arte pode ser utilizada em diferentes narrativas, tendo como ponto de partida uma obra de arte clássica.
DURAÇÃO: 60 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

Apresentações dias 25 e 26
Teatro I CCBB, 21h
TOM NA FAZENDA – RIO DE JANEIRO
Texto: Michel Marc Bouchard
Dir. Rodrigo Portella
Intérpretes: Armando Babaioff, Kelzy Ecard, Gustavo Vaz, Camila Nhary
Texto que trata sobre a homofobia e o conservadorismo, escrito em Montreal, em 2011, e traduzido pelo ator Armando Babaioff. Após a morte de seu companheiro, o publicitário Tom vai à fazenda da família do falecido para o funeral. Ao chegar, descobre que a sogra nunca tinha ouvido falar dele e nem sabia que o filho era gay. Nesse ambiente rural austero, Tom é envolvido numa trama de mentiras, criada pelo truculento irmão do ex-companheiro falecido. A fazenda, aos poucos, vira cenário de um jogo perigoso, onde quanto mais os personagens se aproximam, maior a sombra de suas contradições.

MICHEL MARC BOUCHARD – Canadense formado em teatro pela Universidade de Ottawa, tem mais de 25 peças escritas e traduzidas para diversos idiomas. Sua obra mais conhecida é “Les Feluettes”, que foi levada também ao cinema sob a direção de John Greyson. Detentor de alguns dos prêmios mais importantes das artes cênicas do Canadá.
DURAÇÃO: 110 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 18 ANOS

Apresentações dias 25 e 26
Teatro dos Bancários, 19h
OVO – AGON TEATRO – PARANÁ
Dramaturgia e direção: Renato Forin Jr.
Elenco: Danieli Pereira e Renato Forin Jr.
Orientação cênica: Marcio Abreu (Cia Brasileira de Teatro)
Construído a partir de um texto de grande qualidade poética, o espetáculo apresenta uma viagem familiar rumo às raízes. Édipo e Electra são irmãos que passaram a juventude no campo e que se reencontram na cidade em um momento decisivo. Ela parte do sítio para dar a notícia da morte da mãe. Os personagens refletem sobre a fragilidade dos afetos diante de circunstâncias extremas como a passagem do tempo, o desaparecimento de quem se ama e a ausência de respostas para quase tudo o que realmente importa. A trama trágica é apresentada de modo fragmentado, numa dramaturgia que intercala monólogos interiores, narrações e quebras da ilusão teatral. Poético e metafórico, o espetáculo é ambientado num antigo galinheiro, onde os irmãos brincavam na infância. O ovo e a galinha aparecem como alegorias para o ciclo da vida.
AGON TEATRO - Criado em Londrina, há três anos, por Renato Forin Jr. (doutorando em letras com ênfase em dramaturgia, ator e jornalista) e Danieli Pereira (bacharel em artes cênicas pela UEL, atriz e produtora cultural), funciona como um grupo de pesquisa. Sediado na Vila Usina Cultural, mantém uma rotina de ensaios e treinamentos baseados em linhas de força da tradição e investigação da encenação e da dramaturgia contemporânea.
DURAÇÃO: 60 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS

Apresentações dia 26
Teatro Plínio Marcos Funarte, às 11h e 17h
BUDA – BANDA MIRIM – SÃO PAULO
Dramaturgia e direção: Marcelo Romagnoli
Direção musical: Tata Fernandes
Cenografia: Marisa Bentivegna
Intérpretes: Alexandre Faria, Cláudia Missura, Edu Mantovani, Lelena Anhala, Luciana Araújo, Nina Blanth, Nô Stopa, Olívio Filho, Simone Julian, Tata Fernandes, Thiado Amaral
Resultado de três anos de pesquisa, o nono musical da Banda Mirim leva para a cena a história do jovem príncipe Sidarta Gautama, que há 2.500 anos abandonou os luxos do palácio para conhecer o mundo real, alcançando a iluminação após uma profunda jornada de autoconhecimento. Para contar a história do Buda, o grupo mescla elementos de várias tradições, recuperando ritmos africanos, orientais e nordestinos, do Reisado brasileiro às danças do Bollywood indiano. A criação do espetáculo bebeu da fonte de clássicos da literatura oriental como “DAMAPADA”, um compêndio de versos que trata dos ensinamentos e da prática budista.
BANDA MIRIM - Especialista em criar espetáculos que mesclam teatro, música e circo para crianças e jovens. Seu repertório conta com os musicais “Felizardo” (2004); “O Menino Teresa” (2007), que foi transformado em um programa da TV Cultura e em uma série de oito episódios publicadas no suplemento infantil da Folha de S.Paulo; “Sapecado” (2008), eleito o melhor espetáculo infantil pelo Guia Folha e pela revista VEJA; “Espoleta” (2010); “Rádio Show” (2011); “A Criança Mais Velha do Mundo” (2011), “O Fantasma do Som” (2013) e “Festa” (2014).
DURAÇÃO: 60 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE
Apresentações dias 28 e 29
Teatro Plínio Marcos, 19h

DINAMARCA – CIA MAGILUTH - PERNAMBUCO
Dir. Pedro Wagner
Dramaturgia: Giordano Castro
Intérpretes: Bruno Parmera, Eirvaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral
Livremente inspirado em “Hamlet”, de Shakespeare. A trama original funciona como um alicerce, mas é da realidade contemporânea que se está falando. Segundo espetáculo de uma trilogia iniciada pela companhia pernambucana com “O Anos Em Que Sonhamos Perigosamente”, de 2015, marcado por grande inquietação política, apresentando um grupo de jovens no epicentro do caos político. “Dinamarca” aprofunda essas questões, mostrando jovens encastelados, que agem como se a realidade lá fora não lhes dissesse respeito. Discutem a ideia de ‘hygge’, palavra que contém o segredo da felicidade dinamarquesa.
MAGILUTH – Fundada em 2004, a companhia desenvolve um trabalho de pesquisa e experimentação constante na cena teatral do Recife. Já encenou nove espetáculos e é situado como um dos grupos mais importantes do teatro brasileiro.
DURAÇÃO: 90 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 18 ANOS


Apresentações dias 30 e 31
Teatro SESC Garagem, 21h
PRA FRENTE O PIOR – INQUIETA CIA – CEARÁ
Intérpretes: Andréia Pires, Andrei Bessa, Geane Albuquerque, Gyl Giffony, Lucas Galvino, Wellington Fonseca
Encontro de corpos que, juntos, formam uma massa. A princípio, parecem sobreviventes escapando de uma tragédia. Depois, sugerem ser amigos voltando de uma balada. O espetáculo é fruto de um processo criativo sobre “Um corpo em final de festa”, desenvolvido em diálogo com o coreógrafo Marcelo Evelin e com a colaboração dramatúrgica de Thereza Rocha.
INQUIETA CIA – Companhia que se interessa por criações colaborativas e por circunstâncias que mobilizem tanto a arte quanto o contexto sociocultural em que encontra inserida. O repertório do grupo inclui ainda os espetáculos “Metrópole” (2012) e “Esconderijo dos Gigantes” (2015).
DURAÇÃO: 45 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 18 ANOS

Apresentações dias 30 e 31 de agosto e 1º e 2 de setembro
Teatro SESC Paulo Gracindo Gama, 20h
Teatro dos Bancários, 19h
Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia, 20h
Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga, 20h

EU É OUTRO: ENSAIO SOBRE FRONTEIRAS – CIA COATO - BA
Encenação/Provocação: Marcus Lobo
Programador Visual: Giovani Rufino
Co-Criadores: Danilo Lima, Ixchel Castro, Jamile Cazumbá, Mirela Gonzalez, Natielly Santos, Simone Portugal, Thiago Cohen, Ana Brandão, Marcus Lobo, Bernardo Oliveira.
Musicalidade da cena: Bernardo Santos, Ixchel Castro, Jamile Cazumbá, Mirela Gonzalez
Espetáculo vencedor do festival CÉU – Cena Universitária Nacional de Brasília 2017. A obra reflete sobre a percepção e reformulação do corpo como coletivo/organismo/integrado, dentro de um todo. Esse organismo atravessa algumas questões fronteiriças geradas pelas relações com outros organismos e repensa sobre o incômodo de estar junto. Uma ficção possível a ser reconfigurada, dialogada sobre as possibilidades de aproximação e espelhamento. Uma tentativa de aproximação entre o EU OUTRO EU NÓS.

COATO - Coletivo de artes cênicas que trabalha em processo criativo a partir de temáticas pensadas em conjunto. São abordagens sociais, históricas e políticas, que refletem sobre o contemporâneo. Em metodologia de criação colaborativa, investiga a performance na cena junto ao uso de imagens e deixa sempre o espaço aberto para o acaso.

Apresentações dias 1º e 2 de setembro
Teatro Plínio Marcos Funarte, 17h
SALVE, MALALA! – CIA LA LECHE – SÃO PAULO
Dir. Cris Lozano
Dramaturgia: Alessandro Hernandez
Intérpretes: Alessandro Hernandez, Léia Rapozo
Espetáculo criado para crianças a partir de três anos de idade. A biografia da jovem paquistanesa Malala, baleada pelo Taleban quando voltava de ônibus da escola e premiada com o Nobel da Paz, inspirou uma história que propõe o encontro entre Brasil e Paquistão, sob as lentes da educação. Para construir a trajetória dos personagens Yan e Sofia, foram ouvidos estudantes secundaristas brasileiros sobre a situação das escolas hoje. Seus desejos e angústias estão refletidos no espetáculo, que mostra uma aldeia que está sofrendo um grande ataque de seu rei, que é contra escolas para meninas. Dois amigos assistem a tudo, rememorando a vida de personagens importantes da vida local e assistindo a uma reviravolta na história. O espetáculo recebeu o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2017.
CIA LA LECHE – Coletivo que investiga a relação entre a narrativa escrita e a narrativa cênica, ao transportar obras literárias para o teatro. A companhia é interessada em levar para o palco assuntos importantes que possam ser tratados de maneira poética e lúdica.
DURAÇÃO: 50 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

ESPETÁCULOS DO DF

Apresentações: dias 23.08 e 02.09
Teatro I CCBB, 21h
Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia, 20h

SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO – GRUPO CELEIRO DAS ANTAS
Texto: William Shakespeare
Direção: José Regino
Intérpretes: Elisa Carneiro, Felix Saab, Kelly Costty, Rodrigo Lelis
Adaptação para a linguagem do teatro físico – tendo o corpo do ator como matéria prima para toda a encenação – de uma das mais celebradas comédias fantásticas de William Shakespeare. Em cena, quatro histórias que se cruzam: os preparativos para o casamento do Duque de Atenas, Teseu, com a rainha das Amazonas, Hipólita; os jovens enamorados Hérmia, que ama e é amada por Lisandro e cortejada e prometida para Demétrio, que por sua vez, é o motivo da paixão de Helena; uma companhia de teatro formada por um grupo de artesãos que resolvem montar uma tragédia cômica; e Titânia e Oberon, rainha das fadas e rei dos duendes, que estão em crise conjugal.
CELEIRO DAS ANTAS – Com mais de 25 anos de trajetória, é uma entidade de estudo, pesquisa, montagem e apresentação de espetáculos. Fundado em 1991, o grupo realiza espetáculos para bebês, crianças e adultos e desenvolve um teatro que alia rigor, pesquisa, busca de linguagem, em peças que possuem grande poder de comunicação com o público.
DURAÇÃO: 90 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS


Apresentações: dias 23 e 26.08
Teatro SESC Paulo Autran, Taguatinga, 20h
Teatro SESC Paulo Gracindo Gama, 20h
COPO DE LEITE – CIA. (EX) ORDINÁRIA DE TEATRO
Dir. Gustavo Gris
Assistente de direção: Deni Moreira
Elenco: Gabriela Correa e Lucélia Freire
Duas atrizes compartilham em cena percepções e vivências que atravessam o universo feminino. Há algo de sagrado nas memórias de toda mulher onde as lembranças são como que bordadas a ponto cruz. O fio da história do mundo e de toda a humanidade só se teceu por conta do leite bom das divinas tetas. Eram duas pessoas mergulhadas em suas próprias experiências e confissões de vida, e também suas impressões sobre a culpa, sobre o prazer, o tempo e, acima de tudo, o perdão.
GUSTAVO GRIS – Ator, bailarino, artista-educador e produtor, licenciado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília. Dedicou parte de seus estudos de dança e teatro para crianças e adolescentes.
GABRIELA CORREA – Atriz e cantora com carreira no teatro e no cinema brasilienses, atuou em “Duas gotas de lágrimas num frasco de perfume”, “Eu vou tirar você deste lugar” e “L – O Musical”, todas escritas e dirigidas por Sérgio Maggio e apresentadas em outras cidades do País. Atualmente, integra a Agrupação Teatral Amacaca – ATA, sob a direção de Hugo Rodas.
LUCÉLIA FREIRE, Diretora, atriz, arte-educadora, administradora e proprietária da NO ATO – Produções, produtora e pesquisadora em dança popular, formada em Licenciatura Plena em Artes Cênicas pela Faculdade Dulcina de Moraes. DURAÇÃO: 60 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS

Apresentações: dias 24 e 25.08
Teatro SESC Paulo Gracindo Gama, 20h
Teatro SESC Paulo Autran, Taguatinga, 20h
CRIA – CAÍSA TIBÚRCIO E NARA FARIA
Direção e Dramaturgia: Ana Flávia Garcia
Atrizes: Caísa Tibúrcio e Nara Faria
Um jogo poético que apresenta, em seu enredo, os percursos de duas mulheres, que por um infortúnio do destino molecular e das mutações das dimensões físicas, se deparam com a transitoriedade do espaço/tempo. Transitam e migram de locus e forma, assim como os átomos que já fizeram parte de outros corpos ao longo da sua existência. Que ambientes se localizam entre a concretude e o desconhecido, entre o real e o etéreo, entre o conforto da rotina e o abismo? A imprecisão da natureza é motor para infinitas fantasias e considerações. Resultado de pesquisa das atrizes Caísa Tibúrcio e Nara Faria com a artista mexicana Gabriela Muñoz, que trabalha a linguagem do clown e se dedica a investigar o silêncio como recurso cênico.
CAÍSA TIBÚRCIO - Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília, é atriz e diretora, com cursos técnicos de canto (Escola de Música de Brasília), pandeiro, percussão, flauta (Escola de Choro Raphael Rabello) e mestrado em Artes Cênicas pela UnB.
NARA FARIA - Artista multidisciplinar e arte-educadora graduada pela Universidade de Brasília (2004), atua, dirige e ministra cursos nas áreas de dança, circo, teatro e cinema. Pesquisando a fusão entre linguagens, de 2008 a 2014, integrou a Cia. Nós No Bambu, especializada em dança acrobática sobre esculturas artesanais de bambu.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS

Apresentações: dias 24 e 25.08
Sala Adolfo Celi, 19h
OS BEATNIKS EM PSICOSE – GRUPO NOVOS CANDANGOS
Dramaturgia e direção: Diego de Leon
Intérpretes: Diego de León, Ivan Zanon, Luana Proença, Rafael Toscano, Tati Ramos
Após roubar 40 mil dólares para se casar com o namorado, uma garota chamada Mary foge durante uma tempestade e decide passar a noite em um hotel que encontra pelo caminho. Ela conhece o educado e nervoso proprietário do estabelecimento, Norman Bates, um jovem com um interesse em taxidermia e com uma relação conturbada com a mãe. O que parece ser uma simples estadia no local se torna uma verdadeira noite de terror. O roteiro faz uma alusão ao set de filmagem do filme “Psicose”, trazendo curiosidades dos bastidores da filmagem de Hitchcock, e usa e abusa da música pop, contextualizando a ação no século 21.
NOVOS CANDANGOS – Grupo criado em 2012 e com quatro espetáculos no repertório: “A Falecida” e “Perdoa-me por me Traíres”, ambas de Nelson Rodrigues, e “Os Beatiniks em A Gaivota”, adaptação do clássico de Tchekhov. Este é o segundo espetáculo da companhia inspirado no espírito da geração beat.
DURAÇÃO: 90 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS

Apresentações: dias 28, 29 e 31.08
Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia, 20h
Teatro Plínio Marcos Funarte, 19h
AUTÓPSIA - A CONTINUAÇÃO – GRUPO SUTIL ATO
Direção e dramaturgia geral: Jonathan Andrade
Elenco e dramaturgia: Giselle Ziviank, Ivan Zanon, Jeferson Alves, Maria Eugênia Félix, Micheli Santini e Pedro Ribeiro
Espetáculo que dá continuidade a uma pesquisa iniciada pelo grupo em 2011, com os Atos I e II, baseados em textos de Plínio Marcos. Os Atos III e IV apresentam dramaturgias autorais e inéditas, criadas a partir de encontros e entrevistas com cidadãos que vivenciaram/vivenciam o sistema penitenciário do DF e com recicladores do aterro de lixo da cidade Estrutural (DF). Os textos têm como ponto de partida obras de Plínio Marcos - “A Mancha Roxa,” “Barrela”, “Balada de um Palhaço”, “Homens de papel” e “Oração para um Pé de Chinelo” – e abordam temas como desemprego, desigualdade, racismo, homofobia, violência, opressão, sonhos, esperança e liberdade.
GRUPO SUTIL ATO – Coletivo teatral brasiliense, que há mais de 12 anos vem se destacando no cenário cultural do DF e percorrendo diversos estados brasileiros. Os trabalhos do grupo são marcados pelo constante debate sobre as realidades brasileiras e mundiais, propondo experiências de reflexão sobre os nossos posicionamentos como cidadãos do mundo.
DURAÇÃO ATO III: 90 MINUTOS
DURAÇÃO ATO IV: 65 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 18 ANOS


Apresentações: dias 29 e 31.08
Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga, 20h
Teatro do CCBB, 21h
ENCERRAMENTO DO AMOR
Dramaturgia: Pascal Rambert
Dir. Diego Bresani
Intérpretes: Ada Luana, João Campos e Taís Felippe
Versão brasiliense da obra “Clôture de l”Amour”, vencedora do francês Grand Prix de Littérature Dramatique em 2012 e já encenada em diversos países. Dentro de uma grande sala, uma mulher e um homem conversam. Ele fala primeiro e ela escuta. Depois, ela fala um segundo monólogo. Eles evocam sua separação, falam do antes e do agora, em dois rounds separados. Espetáculo fruto de pesquisa realizada pelo diretor, ator e fotógrafo Diego Bresani e pelos atores Ada Luana e João Campos.
PASCAL RAMBERT – Autor e diretor teatral, dirigiu o Théâtre de Gennevilliers em Paris, transformando-o em Centro Dramático Nacional de Criação Contemporânea, dedicado ao teatro, dança, ópera, artes visuais, cinema e filosofia. Sua obra já foi traduzida para diversos idiomas e encenada em diferentes países. Ainda assina a montagem de óperas e dirige curtas-metragens.
DURAÇÃO: 80 MINUTOS
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS

ESPETÁCULOS DE RUA

INKA CLOW SHOW – CIA. CIRCO REBOTE
Direção: Atawalpa Coello
Espetáculo solo de Atawalpa Coello na pele de Inka Clown, um palhaço latino-americano, que traz uma porção de surpresas em sua maleta. Acrobacias, equilibrismo, truques e a presença da Lhamita, uma lhama acrobata de brinquedo, criada pelo palhaço ainda na infância. Uma obra poética, que traz em sua essência a expressão cultural do teatro de rua latino.

ATAWALPA COELLO - Graduado em Artes Cênicas na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, é palhaço, acrobata, trapezista, equilibrista e músico. Pesquisa e trabalha com teatro de rua há 19 anos. Participou de Estágio de Formação em Técnicas de Circo na Ecole Balthazar em Montpellier, na França, em 2006. É Diretor Artístico e co-fundador da Cia. Circo Rebote, com a qual realizou a montagem dos espetáculos Tome sua poltrona, Columpio e Inka Clown.

ÉDIPO REI - O REI DOS BOBOS
Adaptação, concepção e direção: Denis Camargo
Intérpretes: Denis Camargo, Simone Marcelo, Hugo Leonardo, Lupe Leal, Gustavo Gris, Herbert Costa, José de Campos, Luiz Alfredo Vannini, Ana Luiza Bellacosta, Maria Garcia, Mariana Neiva, Pedro Jorge, Lorena Matos, Luiza Martins, Paulo Gomes
Montagem que é resultado de pesquisa acadêmica integrada ao Programa de Pós-Graduação do Instituto de Artes da Universidade de Brasília, desenvolvida pelo ator, palhaço, diretor e produtor Denis Camargo. Livremente inspirado em tragédia “Édipo Rei”, de Sófocles, o espetáculo narra a história do mito de Édipo com muito humor e musicalidade. Em cena, 15 atores palhaços e seis músicos revisitam, através da arte da palhaçaria, esta que é considerada a tragédia das tragédias. Um espetáculo de palhaços para adultos que se permitem rir das adversidades da vida.
DENIS CAMARGO - Doutorando, mestre e Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB). É co-fundador e integrante do grupo BR S.A. - Coletivo de Artistas, que surgiu em 2009, com o objetivo de trabalhar com o processo criativo teatral baseado na arte colaborativa. Denis Camargo investiga “o espaço da palhaçaria no gênero trágico: aplicações e implicações de procedimentos cômicos no trabalho do ator palhaço”.

MATEUS DA LELÉ BICUDA” – MAMULENGO PRESEPADA
Direção: Chico Simões
Espetáculo baseado no improviso e na comunicação direta com o público. Chico Simões apresenta o palhaço Mateus da Lelé Bicuda, grande contador de histórias, morador da Volta Funda. Camelô, mágico, ventríloquo, mamulengueiro, brincante de Reisado, Bumba Meu Boi, Guerreiro e Folia.
MAMULENGO PRESEPADA – Grupo criado no início dos anos 1980, depois que seu criador, Chico Simões, viajou pelo interior do Nordeste, ao lado do amigo Carlinhos do Babau (Carroça de Mamulengos), pesquisando mestres das culturas populares e tradicionais. Desde então, são mais de 30 anos de estrada, mais de 2.500 apresentações e 25 países visitados, além de diversos prêmios, dentre eles, o Prêmio “Betinho”, pelo trabalho desenvolvido com crianças que vivem nas ruas de Brasília – 1994; e o de Melhor Ator e Melhor Espetáculo Infantil no Festival Nacional de Teatro de Florianópolis/SC em 1997.

SERVIÇO:
Data: de 21 de agosto a 2 de setembro
Local: Teatro 1 do CCBB, Teatro Funarte Plínio Marcos, Teatro SESC Garagem, Teatro dos Bancários, Auditório do Museu Nacional da República, Sala Adolfo Celi da Casa D’Itália, Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga, Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia, Teatro SESC Paulo Gracindo Gama, Esplanada dos Ministérios, Praça do Relógio (Taguatinga), áreas públicas de Itapoã, São Sebastião, Recanto das Emas e Asilos
Horários: ver programação no site www.cenacontemporanea.com.br
Informações: (61) 3349.3937

Criado em 2018-07-28 14:21:39

Cantores Líricos de Brasília cantam ópera no Teatro Dulcina

De 26 a 29 de julho, 20h, apresentação da ópera I Capuleti e I Montecchi, do compositor italiano Vicenzo Bellini. Entre as inovações estão o coro exclusivamente masculino e o fato de a trama ser ambientada na Sicília do século 20. Uma versão mafiosa inspirada nas composições do libretista Felice Romani.

Amor, ódio, vida, morte, tragédia e máfia. A eterna obra Romeu e Julieta ganhará os palcos de Brasília em uma montagem cheia de ineditismo.

Nesta história, a fonte principal não é o dramaturgo William Shakespeare. Ao escrever I Capuleti e I Montecchi, Bellini (1801-1935) inspirou-se no libreto de Felice Romani (1788-1865) que, por sua vez, se inspirou em textos de uma série de poetas e narradores italianos. Mesmo assim, permanece como foco o casal de enamorados e o jogo entre vida e morte que os envolve.

A concepção deste espetáculo também é mais moderna. A produção deixa de lado a ambientação original de Verona do século 13 para dar lugar a Sicília do início do século 20. Lá, a máfia siciliana dominava o cenário político e econômico de forma estruturada e organizada. As famílias rivais Capuleto (de Julieta) e Montecchio (de Romeu) representam clãs rivais ligados à organização Cosa Nostra, dominante no período. Ou seja, os personagens serão da máfia italiana.

“Teremos uma mulher fazendo o papel de homem. A cantora Érika Kallina interpretará Romeu, assim como foi escrito pelo compositor”, destaca Renata Dourado, produtora e intérprete da protagonista Julieta.

Ainda dobrando o papel de Romeu, o contratenor Kleiton D’Araújo, de João Pessoa (PB), também garantirá o diferencial na montagem. Ele irá cantar com voz feminina.

A ópera I Capuleti e i Montecchi tem o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e foi idealizada e produzida pela Cia de Cantores Líricos de Brasília.

Paixão que transborda nos palcos

Em cena, a guerra para permanecerem juntos é uma constante. Romeu e Julieta, de famílias rivais, não conseguem conter o amor que sentem um pelo outro e acabam por desafiar suas respectivas famílias.

E para embalar esta história de amor, a ópera conta com um coro só de vozes masculinas.  “O coro exclusivamente masculino também não é comum em óperas”, conta Renata Dourado.

Para dar vida a esta nova versão, veio de Belo Horizonte o diretor de ópera Francisco Mayrink. A regência é de Artur Soares.

Ficha técnica:
Direção: Francisco Mayrink
Regência: Artur Soares
Elenco: Gustavo Rocha (Lorenzo), Hugo Lemos (Capellio), Érika Kallina e Kleiton D’Araújo (Romeu), Renata Dourado (Julieta), Roney Calazans (Tebaldo)
Figurino: Stéphany Dourado
Cenário: Sérgio Ricardo
Luz: Emmanuel Queiroz

Serviço:
Ópera: I Capuleti e I Montecchi
Dias: 26, 27, 28 e 29 de julho
Local: Teatro Dulcina da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes (Setor de Diversões Sul).
Horário: 20h
Ingresso: R$ 10 (meia-entrada)
Vendas: www.sympla.com.br
Não recomendado para menores de 12 anos

Criado em 2018-07-22 02:09:38

Teatro: Confissões de um senhor de idade

Romário Schettino -

O ator Flávio Migliaccio está em cartaz com uma peça que mistura autobiografia e reflexão sobre o sombrio momento em que vivemos. “Confissões de um senhor de idade” – curta temporada no Teatro dos Quatro (Shopping da Gávea, 2º piso - Rua Marquês de São Vicente 52, Gávea). Todas as terças e quartas, às 21h, até o dia 28 de agosto.

“Confissões de um senhor de idade” leva ao palco o ator de 83 anos, acompanhado apenas por Deus, muito bem encarnado pelo ator Luciano Paixão, vestido como um “homem simples, quase um mendigo”.

A dupla faz um bem humorado diálogo sobre as contradições da Bíblia e a vida de um ateu convicto. As lembranças de seus 60 anos de carreira artística também estão presentes. Tudo é muito engraçado, sério e triste ao mesmo tempo.

Flávio Migliaccio não deixa de dar suas estocadas certeiras e definitivas no momento político brasileiro. Vale a pena conferir. Eu recomendo.
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Serviço:
Local: Teatro dos Quatro. Shopping da Gávea, 2º piso. Rua Marquês de São Vicente 52, Gávea (2239-1095).
Quando: Terças e quartas, às 21h. Até 28 de agosto.
Ingressos: R$ 60 (inteira)
Classificação: 10 anos

Criado em 2018-07-18 14:36:21

Tunga – o rigor da distração

Exposição no Museu de Arte do Rio (MAR) reúne cerca de 200 obras de Tunga, muitas delas inéditas, criadas entre 1975 e 2015. A mostra fica aberta ao público até novembro deste ano.

Com a curadoria de Luísa Duarte e Evandro Salles, diretor cultural do MAR, a exposição foi organizada em parceria com o Instituto Tunga, guardião do conjunto da obra do artista.

Esculturas, filmes, fotografias e textos (pensados pelo artista como obras) completam a mostra, que ocorre doze anos depois da última individual do artista no Rio de Janeiro e é a primeira após o seu falecimento, em 2016.

“Em Tunga, o desenho era tomado como o seu espaço de elaboração. É a partir deles que, muitas vezes, nascem e se desenvolvem as poéticas fundamentais de sua obra, que depois se expandem para outras mídias, como fotografias, performances, vídeos e textos ficcionais”, explica Evandro Salles.
 
O público poderá acompanhar esse processo ao longo de um percurso que inclui desde trabalhos dos anos 1970, quando já se anunciava o forte vínculo de Tunga com a psicanálise, passando por núcleos que apresentam momentos marcantes da obra, como as séries “Xifópagas Capilares” (1984) e “Semeando Sereias” (1987) e, mais recentemente, as aquarelas “Quase Auroras” (2009). Além disso, estará em exibição uma série de estudos – desenhos que se relacionam com obras escultóricas.

Outro aspecto que fica evidente são as parcerias feitas pelo artista ao longo da vida. No vídeo “Resgate” (2001) estão presentes o compositor e poeta Arnaldo Antunes e a coreógrafa Lia Rodrigues. O filme em 16 mm “Heaven Hell’s/Hell’s Heaven" (1999) traz a respiração de Marisa Monte e Arnaldo Antunes como trilha sonora. Já o filme “Nervo de Prata” (1986), por sua vez, é uma parceria com Arthur Omar.

A exposição traz também uma cronologia da obra do artista e diversos fragmentos de seu pensamento através de entrevistas em vídeo e trechos de falas inscritos nas paredes. A ideia é promover um encontro do público com a potência do pensamento de Tunga.

A curadora Luísa Duarte diz que “são várias as entrevistas nas quais o artista descreve a si mesmo como um clínico geral e teórico. Ou seja, alguém que tinha um programa poético que podia ser desdobrado em inúmeras linguagens – escultura, desenho, performance, filme, texto, etc. Tunga pensava muito bem e de forma muito clara, tanto sobre seu próprio trabalho como sobre a arte em geral. Acho que esse pensamento tem um poder de atração imenso”

Segundo Luísa Duarte, o título da exposição, retirado de um escrito do próprio artista, reflete o interesse de Tunga pela aliança entre inconsciente e programa poético: “O rigor da distração condensa uma ideia importante para o artista, qual seja, a de valorizar o que acontece enquanto estamos distraídos ou mesmo dormindo, sonhando – quando o inconsciente emerge – e conectar isso a um rigor, um fazer que possui um programa poético extremamente sofisticado tanto em termos formais quanto em temos conceituais”.

O artista

Nascido em Palmares (PE), no dia 8 de fevereiro de 1952 – e falecido no Rio de Janeiro no dia 6 de junho de 2016 –, Tunga (foto abaixo) tornou-se um dos nomes mais importantes de sua geração. Integrou a X Documenta de Kassel, 1997, com curadoria de Catherine David. Tunga também foi o primeiro artista contemporâneo a ter uma obra exposta na pirâmide do Museu do Louvre, Paris, em 2005.



Serviço:
Exposição: Tunga – o rigor da distração
Período: Até novembro de 2018
Horário: De terça a domingo de 10h às 17h.
Às terças-feiras a entrada é gratuita para todos os frequentadores.
Às segundas o museu fecha para o público.
Local: Praça Mauá, 5 – Centro.
Entrada: R$ 20 (inteira) R$ 10 (meia-entrada) – para pessoas com até 21 anos, estudantes de escolas particulares, universitários, pessoas com deficiência e servidores públicos da cidade do Rio de Janeiro. O MAR faz parte do Programa Carioca Paga Meia, que oferece meia-entrada aos cariocas e aos moradores da cidade do Rio de Janeiro em todas as instituições culturais vinculadas à Prefeitura. Apresente um documento comprobatório (identidade, comprovante de residência, contas de água, luz, telefone pagas com, no máximo, três meses de emissão) e retire o seu ingresso na bilheteria. Pagamento em dinheiro ou cartão (Visa ou Mastercard).
Bilhete Único (MAR + Museu do Amanhã): R$ 32 – R$ 16 (meia-entrada) para cariocas e residentes no Rio de Janeiro, mediante apresentação de documentação ou comprovante de residência comprobatórios. Serão considerados documentos comprobatórios aqueles que contenham o local de nascimento, tais como RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc. Serão considerados comprovantes de residência os títulos de cobrança com no máximo 3 (três) meses de emissão, como serviços de água, luz, telefone fixo ou gás natural, devidamente acompanhado de documento oficial de identificação com foto (RG, carteira de habilitação, carteira de trabalho, passaporte etc.) do usuário.  
Política de gratuidade: Não pagam entrada – mediante a apresentação de documentação comprobatória – alunos da rede pública (ensinos fundamental e médio), crianças com até 5 anos ou pessoas a partir de 60, professores da rede pública, funcionários de museus, grupos em situação de vulnerabilidade social em visita educativa, Vizinhos do MAR e guias de turismo.
Mais informações: Telefone (55 21) 3031-2741 ou no site www.museudeartedorio.org.br

Criado em 2018-07-16 17:56:18

Baratas de Chernobyl leva rock para a Casa do Cantador

Projeto idealizado pelo grupo Baratas de Chernobyl, Rock Cei traz bandas de Brasília e de outras cidades para tocar na Casa do Cantador, em Ceilândia. Sábado (14/7), a partir das 17h. Entrada franca.

A conhecida Casa do Cantador (Quadra 32 – Ceilândia Sul - Brasília) deixará de ser palco de repentes e de outros ritmos nordestinos para virar ponto de rock no próximo sábado (14/07), a partir das 17h.

Essa é a terceira edição do evento Rock Cei – Ocupa a Casa do Cantador com as bandas Cálida Essência (DF), Poetisa Dissecada (MG), 1983 (SP), Poëtka (RJ), Projeto Dois (DF), Blue Buterfly (DF) e o grupo brasiliense Baratas de Chernobyl em uma noite que promete muita diversão e cultura.

“Estamos preparando um megaevento. Com bandas locais e também de fora. Será um verdadeiro encontro de rock”, destaca o baterista do grupo Baratas de Chernobyl, Ney Corrêa.

O Baratas de Chernobyl surgiu a partir da junção de músicos dos grupos Nove Milímetros e Satélite Sonoro. A união aconteceu em agosto de 2014. Os componentes possuem experiência musical e buscam suas influências em bandas da década de 80 como Joy Division, Echo and the Bunnymen, The Cure, The Smiths, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Hojerizah, entre outros.

A proposta do grupo, que toca apenas músicas autorais e canta em português, é oferecer ao público reflexões a partir do ritmo e das letras que falam do cotidiano das pessoas. Os arranjos musicais estabelecem uma sonoridade dançante e envolvente. Baratas de Chernobyl se destaca, ainda, por ter conquistado o 1º Festival de Música de Ceilândia para Brasília, realizado pela empresa Telrex Eletrônica.

No show, os integrantes Maurício Andrade (guitarra), Márcio Vilas Boas (contrabaixo), Ney Corrêa (bateria) e Elvis Rutherford (vocal), tocarão as 11 faixas do álbum autoral intitulado Baratas de Chernobyl.
O Rock Cei – Ocupação da Casa do Cantador tem o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC).

Um pouco sobre as bandas:

Cálida Essência

Banda de rock independente de Brasília, Cálida Essência (foto abaixo) já dividiu palco com Plebe Rude, O Rappa, Jota Quest, Elba Ramalho, Jerry Adriani, Maria Gadú, Juninho Di Sousa, Jah Live, MV BILL, dentre outros.  A Cálida Essência influencia na criação e na fruição de bandas, fortalecendo a cena do rock no Distrito Federal.

Abstrato, intenso e atemporal, o primeiro DVD da Cálida Essência comemora os 20 anos da banda. É um apanhado dos CDs O Nome da Rosa e Caderno da Esperança, além de um prenúncio da nova fase do grupo. O Assassinato da Rosa é uma das músicas inéditas desse DVD e parafraseia o poema “ULTIMATUM”, de Álvaro de Campos, um dos heterônimos de Fernando Pessoa.



Poetisa Dissecada

Poetisa Dissecada é uma banda formada por Bira L. Silva, no vocal, Júlia Amorim, no baixo, Cassiano J. Oliveira, na guitarra, e Eduardo Vianna, na bateria.

Fundada em 2016 na cidade de Juiz de Fora (MG) com a proposta de criar um punk rock autoral com influências de post punk e deathrock. O grupo escreve músicas em português com temas sombrios e busca inspiração na literatura e nas artes.

Blue Butterfly

Blue Butterfly surgiu de um projeto inspirado em uma infinidade de gêneros da música eletrônica: synthpop, electro, industrial, electronic body music (E.B.M), futurepop e darkwave. As letras abordam teorias de conspiração e recentes conflitos sócio-políticos internacionais.

O grupo foi formado em 2007 por Marcus Coelho [Vocal/Programação] e J.P. Manoeli [Teclados/Backing e Vocals/Programação], ambos integrantes da Banda Invisível (1998), reconhecido grupo brasileiro de gothic rock. Israel Brito [Programação/Produção/Teclados] se juntou ao grupo em 2009, ajudando a impulsionar uma visão artística orientada por sintetizadores, vocoders e samplers, principalmente inspirado na batida da música eletrônica “industrial” associada às melodias harmônicas dos grupos britânicos de “synth-pop” dos anos 80.

Em 2008, eles lançaram seu primeiro EP independente “Poison Planet”, mesclando músicas que possuem uma visão aterradora e realista do comportamento humano, com canções melódicas que exaltam os sentimentos e o amor. [Extended Play é uma gravação em disco de vinil, formato digital ou CD que é longa demais para ser considerada um single e muito curta para ser classificada como um álbum musical].

O EP seguinte, “World of Manipulation”, de 2010, reforça a sintonia entre densas batidas industriais e suaves arranjos melódicos. Novas teorias da conspiração e o cyber punk continuam influenciando as letras, tornando-as a marca registrada do grupo.

No início de 2011, Israel Brito deixa o grupo.  Em 2015, lançaram seu primeiro CD intitulado “Change the World” contendo os dois primeiros EP’s e mais quatro músicas inéditas, divulgando o mesmo na Turnê 2015 pelo Brasil em conjunto com a banda alemã Tonchirurguie com shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Fortaleza. A Blue Butterfly vem constantemente abrindo shows de importantes grupos musicais internacionais em todo o Brasil.

Poëtka

Poëtka é um projeto eletrônico do Rio de Janeiro formado por Armando Louder, Ricardo Moreira e Valdo Santos. O grupo contrasta uma sonoridade orgânica com sintetizadores. Combinando elementos do pós-punk, traz em sua bagagem frases melódicas e batidas mecânicas que geram um resultado hipnótico rítmico denso.

1983

A banda 1983 nasceu do experimento que combina guitarras toscas dissonantes com sons sintetizados eletrônicos às vezes dançantes, às vezes monótonos e embriagantes, misturada com a agonia lírica de um artista de São Paulo chamado Dennis Monteiro.

Dennis é músico desde os oito anos de idade e, desde 2006, faz música autoral na cena underground paulistana. O músico passou por diversas bandas com sonoridades diferentes, principalmente ligadas ao punk/goth e postpunk, até chegar a concepção do 1983, que carrega “restos” de composições de antigas bandas com criações novas. Suas influências vão do punk rock às canções e pontos de gira de umbanda.

Serviço:
Rock Cei – Ocupação da Casa do Cantador
Data: 14 /07/2018
Local: Casa do Cantador (Quadra 32 – Área Especial G- Ceilândia Sul)
Horário: A partir das 17h
Informações: 3378-5067
Entrada franca.
Classificação livre.

Criado em 2018-07-10 17:32:21

Cineclube exibe filmes que falam sobre a relação de poder, território e cinema

A 15ª sessão do Cine Cleo (cineclube das mulheres) exibe nesta quinta-feira (5/7), às 19h, na Faculdade Dulcina de Moraes - Conic (SDS) os filmes “Mains propres” (RJ), de Louise Botkay, “Caixa D’ Água: Qui-lombo é esse?” (SE), de Everlane Moraes, e “Ava Yvy Vera: A Terra do Povo do Raio” (MS/MG), de Edna Ximenes, Genito Gomes, Sarah Brites, Valmir Gonçalves Cabreira, Johnaton Gomes, Joilson Brites e Johnn Nara Gomes. Entrada franca.

Essas produções articulam as relações entre poder, território e cinema. “A partir de experiências africanas, quilombolas e indígenas, a produção de imagem surge em diferentes formas e afetos”, explica a equipe de curadoria do Cine Cleo.

Criado em outubro de 2017, o Cine Cleo é um cineclube brasiliense que foi fundado por atrizes, diretoras, pesquisadoras, produtoras e técnicas na área audiovisual. Mulheres que debatem junto ao público, sempre quinzenalmente às quintas-feiras, temas de interesse social e de gênero.

Território, cinema e arte

“Mecanismo de dominação, memória e resistência, construção de mito e futuro. Se a territorialidade se mostra fator fundamental para discussão política e é tema em cada um dos filmes, a forma como cada um se elabora reitera questões sobre como existir também nas imagens”, explicam as curadoras do cineclube.

Um dos destaques dessa sessão será a exibição de “Mains propres” (RJ), de Louise Botkay. O filme de oito minutos fala sobre a era pós-colonial, quando os países pobres continuam sujeitos aos mesmos grupos de países que os colonizaram. A Europa está em guerra, mas sem alardes, nas ruas da cidade e no campo todos fingem não saber ou não se lembrar disto. Existem as cooperações internacionais que “ajudam” os países mais pobres, deixando no ar um perfume de infinita dependência.

O filme “Caixa D’Água: Qui-lombo é esse?” (SE), de Everlane Moraes, é um documentário que relata, através de depoimentos de antigos moradores e de acervo fotográfico, a importância cultural e histórica do bairro considerado como o segundo remanescente quilombola urbano do Brasil, localizado em Aracaju, capital de Sergipe.

Para finalizar, o longa-metragem “Ava Yvy Vera: A Terra do Povo do Raio” (MS/MG), dirigido por indígenas, fala sobre a história de resistência dos povos Guarani e Kaiowa na empreitada que os levou a reconquistar suas terras. A produção explora ainda a influência do “teko” (lar, em tradução informal) na rotina das tribos e na sua comunicação com outros povos.

Ao final da sessão, haverá debate conduzido pelas curadoras Amanda Devulsky, Erika Bauer, Glênis Cardoso, Isabelle Araújo e Nayla Ramalho.



Histórico

O Cine Cleo homenageia Cleo de Verberena (1909- 1972), a primeira mulher brasileira a dirigir um longa-metragem no país, O Mistério do Dominó Preto, em 1930.  O projeto é patrocinado pelo FAC – Fundo de Apoio à Cultura. O cineclube faz ainda parceria com o projeto Verberenas, site colaborativo de críticas de cinema escritas por mulheres realizadoras audiovisuais. O projeto nasceu em 2015, dentro da Universidade de Brasília.

Ficha técnica
Curadoria: Amanda Devulsky, Erika Bauer, Glênis Cardoso, Isabelle Araújo
Produção executiva: Natália Pires
Direção de produção: Natália Pires
Produção: Sofia Benevides
Produção técnica: Mari Mira e Janaína Montalvão
Design e assessoria de comunicação: Flora Egécia (Estúdio Cajuína) Bianca Novais (Estúdio Cajuína)

Serviço:
Cine Cleo (Cineclube das Mulheres)
Dia: 5 de julho (quinta-feira), às 19h.
Em cartaz até agosto de 2018, quinzenalmente, sempre às quintas-feiras, às 19h.
Local: Na Faculdade Dulcina de Moraes - Conic (SDS)
Não recomendado para menores de 16 anos

Criado em 2018-07-05 02:33:20

Evento com música e gastronomia para gamers

Mostra Brasiliense de Indie Games - Bring reúne mais de 20 expositores autorais de jogos, som, foodtrucks e público que gosta de jogar. Dia 3 de julho, das 19h às 23h, no Indie Warehouse - Centro Administrativo (CA) 07 – Lago Norte, em Brasília. Entrada franca.

Aliar cultura e tecnologia. Esta é a ideia da Mostra Brasiliense de Indie Games – Bring, responsável por aproximar os autores de jogos independentes do público gamer local. Quem comparecer ao Bring vai poder testar e jogar em primeira mão no evento que, em sua 14ª e maior edição.
 
Aventuras medievais, jogos com heróis japoneses e jogos de convivência são algumas das atrações do evento que reunirá cerca de 20 expositores locais de games independentes. Ainda, música e foodtrucks garantem a diversão.

“Na última edição, em fevereiro deste ano, compareceram mais de 500 pessoas. Vamos trazer jogos que nunca foram testados”, garante o idealizador do evento, Saulo Camarotti.

Para jogar, sem parar

Aventuras não vão faltar na 14ª edição da Mostra Brasiliense de Indie Games – Bring. Quem chegar cedo ao evento pode se preparar para se divertir com as novidades. Destaque, o jogo que está concorrendo ao Big Festival em São Paulo, - o maior evento de games Latino Americano -, Galaxy Of Pen & Paper, é uma das atrações para os fãs de games. O jogo assinado pela Behold Studios propõe uma aventura espacial com uma pegada dos anos 90.

Sobre a Behold Studios

Fundada em 2013 por Saulo Camarotti, a Behold Studios é uma produtora de jogos independentes que conta com mais de 25 games e 50 prêmios nacionais e internacionais. Hoje, eles concorrem com Galaxy Of Pen & Paper ao Big Festival em São Paulo, - o maior evento de games Latino Americano.

Sobre o Indie Warehouse

O galpão Indie Warehouse é um coworking fundado em 2017 com a missão de acolher a economia criativa e os produtores de jogos. Localizado no CA 07 do Lago Norte, o espaço mescla convivência e também recebe eventos como a Mostra Brasiliense de Indie Games – Bring.

Serviço:
Mostra Brasiliense de Indie Games – Bring
Data: 3/7/2018
Local: Indie Warehouse (CA 07 – Lago Norte)
Horário: das 19h às 23h
Informações: 3034-3625
Classificação livre
Entrada franca.

Criado em 2018-06-27 00:29:27

Sai a quinta edição do Guia Musical de Brasília com show no Ki Filé

O Guia Musical de Brasília promove amanhã, quinta-feira (21/6), no Ki Filé, 405 Norte, a partir das 20h, o show de lançamento de sua quinta edição com a participação de grandes nomes da cena musical da cidade.

Idealizada pelo saxofonista Joaquim Barroncas, e editada pelo jornalista Antônio Carlos Queiroz (ACQ), a publicação indica os pontos onde a música acontece no Distrito Federal.

Organizadas por cidade, as listas incluem bares, restaurantes, teatros, escolas, espaços culturais, bandas, livrarias, lojas de instrumentos, rodas de choro e de samba, batalhas de hip hop, salões de dança e também dá dicas de professores e músicos profissionais. O Guia, semestral, publica ainda  entrevistas com os artistas, produtores, fornecedores, luthiers, cobrindo toda a gama da produção e fruição da música.

Distribuído gratuitamente em bares, restaurantes, hotéis e teatros, o Guia tem a pretensão de servir às áreas da Cultura e do Turismo. “A nossa preocupação é incentivar a Economia da Cultura”, diz Joaquim Barroncas.

A matéria de capa dessa edição conta a história da Casa do Piano, fundada pelo gaúcho Rogério Resende, na cidade desde 1974. Trata-se da maior oficina de pianos da região Centro-Oeste, e, no que se refere a pianos antigos, a maior do Brasil. Faz parte do empreendimento o Museu do Piano, itinerante.

A publicação traz uma entrevista com Márcio Marinho, um dos grandes cavaquinhos de Brasília, que está preparando um CD com peças de Bach.

Outra entrevista é com o quarteto Sai da Frente que, em março, recebeu em Nova York o prêmio de Primeiro Álbum do Independent Music Awards (IMA), promoção que reúne sete centenas de músicos de 94 países.

Os leitores serão brindados também com a trajetória do grupo de música irlandesa Tanaman Dùl, que, nos últimos sete anos, tem animado o Bloomsday – a celebração mundial do romance Ulisses, de James Joyce – organizado pela Livraria Sebinho.

Serviço
Show de lançamento do Guia Musical de Brasília
Dia 21/6, quinta-feira, às 20h
Restaurante Ki Filé, 405 Norte, Bloco A.

Criado em 2018-06-21 01:34:27

Goldenberg: “Afetividade, solidão e depressão nas metrópoles”

A temporada dos Diálogos Contemporâneos se encerra amanhã, terça-feira (12/6), Dia dos Namorados, com a escritora Mirian Goldenberg falando sobre “afetividade, solidão e depressão nas grandes cidades brasileiras”. No Museu Nacional da República – Esplanada dos Ministérios, às 19h. Entrada franca.

Ao longo de três meses, o projeto Diálogos Contemporâneos trouxe para Brasília intelectuais e filósofos brasileiros para palestras gratuitas no Museu Nacional e na Universidade de Brasília (UnB), atingindo um público presencial de mais de seis mil pessoas e ultrapassando a marca de 30 mil espectadores pelas transmissões ao vivo online.

Mirian colocará em pauta os grandes índices de pessoas que vivem solitárias e as doenças de ordem psiquiátrica que colocam o país como um dos maiores consumidores de psicotrópicos do mundo.

Como lidar com a solidão e a depressão nas metrópoles? Como vencer as barreiras que o stress, as redes sociais, a violência e o medo causam e dificultam a criação de laços afetivos na sociedade contemporânea? Essas e outras questões estarão em debate.

Mirian Goldenberg é doutora em Antropologia Social, professora de pós-graduação da UFRJ e colunista do jornal Folha de S. Paulo. É pesquisadora e autora de diversos livros sobre gênero, corpo, conhecimento, afetividade, envelhecimento, sexualidade e novas conjugalidades na cultura. É autora de "Homem Não Chora, Mulher Não Ri" e "Novos Desejos", "Coroas: corpo, sexualidade e envelhecimento na cultura brasileira", (Ed. BestBolso, 2015), entre outros.

Criado em 2018-06-11 20:52:55

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